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Hiro Nakamura e Matt Parkman na nova série de JJ? Nah, é só mais uma aparição do padrão em Fringe.
Spoilers abaixo:
Uma história bacaninha contada às pressas. Foi um pouco do que eu senti no fim do episódio, quero dizer, tinha muita coisa bacana acontecendo que poderia ser contada mais detalhadamente. Como assim que aquele gás super scifi foi reproduzido no mesmo dia do ataque? Tudo bem que é ficção, mas não custa nada ser plausível.
A idéia de uma pessoa ser usada como “antena” não é muito original (até Harry Potter tem algo parecido), mas é sempre uma boa história. Fora que as cenas em que ele enxerga o que está acontecendo dentro do ônibus são muito cool. Mas uma coisa é certa: Se fosse comigo, com certeza aquele louco do Walter não iria nem chegar perto do meu cérebro com aquele aparelho que ele não via há mais de 15 anos.
Falando no homem, é hilário ver essa discrepância em sua memória. Ele sabe exatamente onde ele guardou alguma coisa há quase duas décadas, mas não lembra que seu cachorro foi enterrado mais ou menos na mesma época. Acho que ele deveria ter tentado o papel de Samantha Who?.
O agente da FBI corrupto foi a coisa mais clichê do mundo. Quando ele pegou na mão da agente DEA que ele matou estava mais do que óbvio que ele iria retirar alguma coisa dali e aquele flashback final relembrando essa cena me deu até náusea. Pelamor né? Não custa nada deixar algumas lacunas pra gente preencher sozinhos, é muito mais interessante e instigante.
Então o Scott ainda está vivo? Ou eles só irão retirar as informações do cérebro dele e manda-lo pra cova de novo? O Peter está sendo seguido e só agora eu lembrei que ele estava fugindo de alguma coisa e estou doido pra saber de quem é. Acho que enquanto ele não levar uma bela ferrada na vida, a relação dele com seu pai será boa.
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