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Fringe é Fringe e vice-versa.
Spoilers abaixo:
Fringe dá um showzinho a parte em mais uma abertura de episódio e criou o clima certo para introduzir o novo personagem, que, pelo que parece, está ligado a todos os eventos do padrão nos últimos… bom, sabe-sa Deus lá quantos anos aquele cara tem.
Aquele carequinha é muito creepy, não? Mas era o que estava faltando pra dar uma liga nos eventos. Talvez o JJ esteja com medo de criar algo maior onde a audiência canse de esperar e vá desistindo da série ao longo do caminho (Lost??), mas se dedicar 40 minutos apenas no caso da semana é querer cansar a gente ainda mais rápido.
O que foi o Peter dizendo que iria embora e blá blá blá? Quem os roteiristas queriam enganar? Foi desnecessário, mas pelo menos a idéia não se arrastou nem mesmo para o próximo episódio, né? A relação dele com o Walter (que ele ainda se recusa a chamar de pai) não vai muito bem, principalmente quando o velhinho caduco esconde respostas que o filho tem sem nem saber, entendeu? Pois é, nem eu.
Essa linha tênue que separa a loucura da genialidade do Walter é colocada pra gente lindamente. E, no fim das contas, de que lado da linha ele estava quando dopou a Astrid (!)? E fala que não foi muito comédia aquele “pedido de desculpas” dele pra ela? A cara dele!
A arma que aquele cara que, literalmente, escuta pensamentos é amazing. Não é original, mas o que é, hoje em dia?
Esqueci de falar daquela furadeira estranha que vibra? Lame… e da volta de John Scott? Predictable, but cool!
PS: Eu sei que não tem nada a ver, mas aquele chapeuzinho + maleta do Observador, de alguma forma, me lembrou um pouco de um poster do filme Exorcista, que se encontra abaixo.

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