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Spoilers abaixo:
Talvez esse tenha sido um dos episódios mais tensos, não por ter uma criança envolvida porque a gente já está cansado de ver esse tipo de coisa, mas por toda carga emotiva e dramática que tivemos, desde a música que o menino toca no piano até o horror na face de Walter ao voltar pra instituição que o levou à loucura em primeiro lugar.
Luzes de natal esse ano aqui em casa já estão abolidas. Ninguém nem tentou explicar como que essa frequência e sequência de verde e vermelho conseguem fazer a pessoa entrar em hipnose, mas mesmo assim a cena da Olivia perseguindo a ruiva do mal e parando do nada com o piscar das luzes fez o meu rítmo cardíaco aumentar o suficiente.
John Noble colocou seu personagem em outro nível no momento em que pôs os pés no manicômio. O horror estampado em sua face, em especial quando está deitado encarando o seu eu “são”, é de arrepiar. Claro que seu trabalho como ator foi facilitado pela presença de Randall Duk Kim, que já deve ter sido internado numa dessas instituições por engano, só pode! O cara nasceu pra fazer essa pontinha em Fringe!
O menino Ben (de “Eu sou a lenda” – sabia que eu já tinha visto ele antes), coitado, além de ter sido sequestrado e forçado a tocar aquela música de terror ainda teve que ver a mãe sendo morta uma segunda vez, além de ouvir que a culpa era toda dele. Esse vai gastar um bom dinheiro com terapia. Mas por que ele? Depois de seis dias em coma, ele volta com um pedaço da fórmula em forma de música? Alguém fez isso com ele? Como? E, se ninguém fez, como o escobriram?
Então a fórmula unida a um programa de computador consegue fazer um cofre vibrar o suficiente para uma pessoa conseguir enfiar uma mão no ferro sólido, atravessar a parede, pegar o que está dentro e voltar com a mão para o lado de fora sem problemas? Ah tá, entendi. Falando assim parece muito mais simples do que o roteiro de Inside Man, por exemplo, não?!
O que não pode mais acontecer em Fringe é o excesso de explicações. Exemplo? Francis: “O carro foi encontrado,mas seu corpo não.” Olivia responde “Então é possível que ela tenha sobrevivido.” ¬¬ Não, minha filha, é possível que o corpo dela derreteu e virou água… me respeita!
The Observer? Cheque entre 40:35 e 40:38 a esquerda da Olivia, lá no fundo.
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