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Com mais um caso interessantíssimo, além de conseguir se aprofundar um pouco mais em sua própria mitologia, Fringe dá mais um passo pra se tornar um clássico Sci-fi atemporal.
Spoilers abaixo:
Quem nunca pensou em matar aquele chefe mala ou a piriguete que te chifrou? Podem confessar! Claro que é em Fringe que essa idéia é levada a sério e de forma ainda mais densa. Acontece tanta coisa maluca nessa série, que, por um segundo, eu realmente imaginei que a Olivia poderia ter empurrado aquela doce mãe para a morte naquela plataforma, mas claro que a nossa agente com os maiores problemas emocionais não seria capaz de tal atrocidade.
Pensando bem, só de sonhar em matar alguém que realmente morreu na mesma noite, já é algo desesperador. A idéia de ficar acordada o tempo todo foi completamente ridícula, ninguém consegue isso, mas na aflição que o Olivia estava tenho que dar um desconto.
É óbvio que o gênio por trás das mortes vistas por Olive (que íntimo!) era, na verdade, um maluco do cacete! Provavelmente recrutado por Jones, Nick Lane recitava todo aquele manifesto (ZFT) alemão de recruta do exército da salvação pra quem quisesse ouvir e não deu outra, a equipe toda ficou sabendo. Se o fato de existir alguém que se conecta emocionalmente com as pessoas de forma tão forte que as torna suscetíveis a seus desejos não fosse não fosse suficiente, o cara ainda nasceu na mesma época da Olivia e na mesma cidade!
Então ele é o parceiro de cortexipham (muito “The 4400″ isso, não?) da Olive, apelido carinhoso, que não conseguiu esquecer o que deveria e ficou locão da silva. Aquele quase-suicídio-coletivo tava muito creepy, eu me imaginei lá embaixo (além de lembrar do ótimo [/sarcasmo] filme Fim Dos Tempos) com aquela galera toda pronta pra pular… ui. Por fim, Nick foi posto em coma induzido pra alegria geral da nação.
Fiquei realmente satisfeito com a simplicidade da explicação de que só a Dunham poderia tentar impedir o cara por ela já estar vacinada contra essa bolha emocional criada pelo Lane (eu levaria uma mariola, mas tudo bem!). Eu sempre bato nessa tecla, mas não tem como não o fazer: o Broyles é uma mãe pra Olivia, fala sério! Além de ir contra todos os protocolos pra ajudar a garota a fazer o que quer, ele ainda continuou ajudando mesmo depois de saber que ela mentiu pra ele… cute!
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Postado em 4/06/2010 às 16:28
Muito triste as cenas deles pequenininhos se consolando, lembrei quando íamos eu e meu irmão tirar sangue pra exames….