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Mais uma vez, Grey’s Anatomy apresenta um episódio bom, por isso, vou cortar o papo furado e ir direto ao que interessa.
Spoilers Abaixo:
Família é o grande tema desse episódio, que traz irmãos desconhecidos, desejos de paternidade e o medo que todos nós temos guardado, em algum lugar, de não estarmos sós.
Para começar, Meredith ganhou um tantinho de destaque, com a proposta de Derek em começarem a linha de produção de lindos bebezinhos. É óbvio que ela começa a questionar se seria uma boa mãe, com medo de que faça com seus filhos o mesmo que sofreu na infância.
E já que o assunto é infância miserável, Aaron, o irmão de Karev aparece para contar um pouco da história da família, com pai violento, mãe viciada e Alex tendo que se virar para cuidar dos irmãos mais novos. De brinde, Aaron traz uma hérnia umbilical, que precisa ser operada rapidamente, pela Drª Bailey. Essa aproveita a chance para fofocar tudo o que pode e saber o máximo da vida pregressa de Alex. Claro que a situação gera uma tremenda briga com os irmãos, mas entre socos, pontapés e ofensas, a verdade é que Alex não abandonou ninguém, apenas, pela primeira vez na vida, está fazendo algo por si mesmo.
Além disso, duas histórias geram reflexões parecidas. A primeira delas, envolve Richard, Lexie e April, que operam um tumor cerebral que deixa uma mulher em estado vegetativo. O marido, desesperado com a decisão da esposa em ter os aparelhos desligados, é um exemplo para os que temem ficar sozinhos. A segunda é direcionada mais ao público feminino, com o caso de uma policial que valoriza a carreira acima de tudo e acaba perdendo o útero.
Ou muito me engano, ou titia Shonda está tentando passar uma lição de moral nas mulheres que têm objetivos profissionais e deixam para começar uma família mais tarde. Sinceramente, que retrocesso. O que ela quis dizer, basicamente, foi para todas as mulheres largarem o emprego, parirem quantas crianças puderem e serem donas-de casa, ou então, correm o risco de serem solitárias e infelizes para sempre. Só faltou ela insinuar que os salários femininos devem ser mesmo mais baixos e que votar é coisa que devemos deixar só para os homens.
Moralismos escrotos à parte, isso serviu para motivar Callie a ter uma conversa sincera com Arizona. Eu até achei que isso havia sido resolvido no episódio passado, mas parece que ainda vão enrolar bastante.
Cristina e Owen estão em péssima situação. Ele, agressivo e irritado, só percebe que precisa de terapia quando Cristiana recua diante de seu toque. Ela está com medo novamente e talvez isso ajude a resolver alguma coisa.
Ou não. Já que Teddy bem gosta do sexo com Mark, mas não consegue esquecer Owen nem pelo poder de mil orgasmos múltiplos. Isso, sem contar com a nova bomba, nem tão nova assim. Sloan Sloan voltou e num toque de campainha avisa: “Estou parindo”!
PS* O que foi aquela coisa rídicula de April apaixonada por Derek? Ai Shonda, me poupe e me economize!











Postado em 6/04/2010 às 0:42
Camila, não culpe a Shonda pelas mancadas, culpe a Jenna Bans, é ela quem manda agora em Grey’s! Shonda interfere muito pouco.
Postado em 6/04/2010 às 1:23
Episódio no máximo “bom” mesmo. Ultimamente falta ALGO em Grey’s…
Postado em 6/04/2010 às 8:04
“O que ela quis dizer, basicamente, foi para todas as mulheres largarem o emprego, parirem quantas crianças puderem e serem donas-de casa, ou então, correm o risco de serem solitárias e infelizes para sempre. Só faltou ela insinuar que os salários femininos devem ser mesmo mais baixos e que votar é coisa que devemos deixar só para os homens”
Não acho q ela tentou falar nada disso. Acho q o q ela disse é q nossas decisões tem consequencia. Sim, vc pode ser uma profissional incrível, mas talvez toda essa devoção à profissão impeça sim a maternidade. Nossas vidas são feitas de escolhar, as vezes a realização profissional é tão desejada q a vida amorosa/pessoal é deixada de lado pq o tempo não para de correr. Acho q foi uma constatação, não um “moralismo escroto”, até pq vc via q a mulher estava muito mais afim de festejar com os amigos policiais do que chorar a perda do útero.
Postado em 6/04/2010 às 9:15
“O que ela quis dizer, basicamente, foi para todas as mulheres largarem o emprego, parirem quantas crianças puderem e serem donas-de casa, ou então, correm o risco de serem solitárias e infelizes para sempre. Só faltou ela insinuar que os salários femininos devem ser mesmo mais baixos e que votar é coisa que devemos deixar só para os homens”….
COMO ALGUÉM PODE TER UMA VISÃO TÃO DISTORCIDA DE UM EPISÓDIO? NOSSA, ISSO É QUE EU CHAMO DE FORÇAR A BARRA… SE NÃO TEM O QUE DIZER SOBRE O EPISÓDIO, FICA CALADO…
Postado em 6/04/2010 às 9:40
Não sei, nós últimos 4 episódios parece que a série perdeu o ritmo, tá faltando alguma coisa, este episódio foi legal, mas nada muito marcante ou importante
Acho bom a tia Shonda voltar a cuidar do filho que da dinheiro, porque a audiência abaixou bem e um episódio como este, não vai ajudar a subir
Postado em 6/04/2010 às 14:24
Kd o review do 6×18 Suicide is Painless?????
Postado em 6/04/2010 às 14:55
“O que ela quis dizer, basicamente, foi para todas as mulheres largarem o emprego, parirem quantas crianças puderem e serem donas-de casa, ou então, correm o risco de serem solitárias e infelizes para sempre. Só faltou ela insinuar que os salários femininos devem ser mesmo mais baixos e que votar é coisa que devemos deixar só para os homens”
Por favor digo eu…essa parte teve sim uma dualidade maravilhosa, que deve ser vista dos dois modos. Não podemos dizer que a Camila esta errada, pois eh um ponto existente neste epi.
Unico erro para mim neste epi foi a volta da Sloan, nao vejo graça em seu personagem e para falar a verdade nao faz a menor diferença…assim como o seu papai…q tem segurado as coisas pelo seu corpinho gostoso, pois aquela historinha de homem de familia para mim nao cola.