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Talvez o grande inimigo do episódio dessa semana seja a pressão que o episódio anterior deixou. Teria como igualar ou superar a primeira parte tão genial desse season finale? Não sei vocês, mas esse foi um dos episódios mais emocionantes que eu já vi na minha vida.
Spoilers Abaixo:
Talvez tenha sido o ambiente (assisti esse episódio tarde da noite, sem barulho, com o fone de ouvidos e com a cara colada no monitor), ou a quantidade de simbologia e metáforas, ou as belas atuações com a trilha sonora triste ou simplesmente todas as alternativas anteriores misturadas, mas uma coisa é certa, não vou esquecer esse episódio final tão cedo.
Ao mesmo tempo em que essa semana as coisas voltaram para o padrão do que estamos acostumados a assistir, ainda ficou aquela pontinha de “algo diferente no ar”, pois a paciente com sintomas misteriosos da semana é alguém que conhecemos e isso é bem raro de acontecer.
Luzes brancas, pessoas representado diferentes sentimentos, limbo em forma de ônibus e mais uma viagem ao cérebro de House fizeram desse episódio uma experiência e tanto. O título do episódio é bem sugestivo e logicamente não se refere literalmente ao coração de Wilson e sim os seus sentimentos e emoções. E que emoções.
Eu me considero uma pessoa fria e que dificilmente entro na onda de situações tristes ou românticas, mas não teve como sair ileso da cena de despedida entre Wilson e Amber. Que situação absurda e bem feita. A morte de Amber representa uma grande mudança na temática entre House /Wilson e ao mesmo tempo em que existem argumentos que culpem e exonerem House pela morte de Amber, uma coisa é certa, se Wilson pudesse escolher entre salvar seu melhor amigo ou o amor da sua vida, acredito que depois daquele pedido que ele fez para House usar tratamento de choque para lembrar do acidente, ficou claro que os sentimentos de Wilson eram mais fortes por Amber.
Eu gostava de Amber e acredito que sua morte não foi em vão. As possibilidades deixadas para a próxima temporada são muito boas. A data de expiração da 13 é outra grande boa possibilidade de trama interessante. Agora que foi confirmado que ela realmente possui Doença de Huntington, quero ver se o comportamento dela vai mudar agora que é a morte é eminente. O que mais me chamou a atenção nesse episódio foi o comportamento de House no limbo.
A forma como ele admitiu para o “fantasma” de Amber em prantos que ele talvez preferisse morrer a ter que encarar a solidão, a dor e o ódio de Wilson foi uma cena muito boa. Uma rara humanização do nosso médico favorito. Essa provavelmente não foi a melhor temporada, mas sem dúvida alguma gerou excelentes episódios. Ainda continuo no time dos saudosos e preferia ver Chase, Cameron e Foreman no time com House. E não se esqueçam, não só “everybody lies” como “everybody dies”!











Postado em 14/12/2011 às 13:13
concordo em genero, numero e grau