->

No episódio mais arrastado da série, Hung ratifica o que eu venho falando há algum tempo: tramas pobres em conteúdo e resoluções simplórias é o máximo de roteiro que encontrará por aqui. Mas pelo menos continua divertidinha.
Spoilers abaixo!
O grande problema do Ray não é aceitar a profissão de prostituto que escolheu, ele não tem nenhum problema em suas performances, por assim dizer. O que ele não aguenta e ser tratado como um prostituto quando há um interesse maior por trás. A Jemma já entendeu o caminho que o Ray está começando a trilhar e já deu um jeito de sumir da vida do cara. Só espero que essa não tenha sido a última vez que vemos a nova paixão do nosso protagonista, o sumiço dela foi muito repentino e não deu nem pra deixar um conflito pro mais novo puto da praça.
Falando nisso, o Ray tentando conseguir suas próprias clientes foi divertidíssimo. Ele é um loser completo e não tem o menor jeito pra cafetão. Pelo menos ele descobriu isso a tempo e fez as pazes com a Tanya. A vizinha tarada fez ele pensar o contrário por um instante, mas só por um instante. Quando ele pensou ter encontrado uma cliente potencialmente frequente, ela deixou claro como um irá “coçar as costas” do outro. Não era exatamente o que ele tinha em mente, mas é melhor do que nada.
Num mundo perfeito a Tanya seria uma derrotada na vida pessoal e uma cafetina de primeira – assim como é no mundo das drogas com o Walter White, de Breaking Bad. Como nem tudo funciona como a gente quer, a entrada do Pierce foi essencial para a poeta ganhar certa auto-estima e virar o jogo. Ele não parece ser bem-sucedido nem nada do tipo, mas possui uma confiança incrível (inclusive no seu projeto pessoal de transformação daTanya em sua versão feminina).
Rhea Perlman faz um trabalho incrível como a mãe da Tanya, vale ressaltar. Na verdade tanto ela quanto aquela trupe de intelectuais parecem ter saído de um episódio de “Twilight Zone”, de tão bizarros que são. O mais interessante é que a mãe, ao contrário do que diz a filha, me pareceu bem aberta ao trabalho da filha e, mesmo com uma poesia horrível, abriu a roda de discussões. Fiquei feliz em saber que aquele poema tinha sido escrito há anos, do contrário a Tanya morreria de fome.











Postado em 28/08/2009 às 16:54
Equipe seriemaniacos, vcs estao precisando de novos redatores?
queria me focar em varias series novas e algumas que estreiam novas temporadas.
Gostaria de fazer o review de :
Ugly Betty
Greys Anatomy
Desperate Housewives
Gossip Girl
Skins
The beautiful life
The cleveland Show
Vampire diaries
se vcs nao quiserem respondam meu comentario sem problemas ok.
Se vcs quiserem me mandem um email e me respondam no comentario tbm (rs)
Obrigado.
Postado em 28/08/2009 às 17:00
Eu estou ficando cada vez mais desanimado com Hung. Não consigo engolir essa atriz que faz a Tanya. Não gosto nada dela. Sem falar que a trama está num verdadeiro emapata foda! hehehe
Lucas, eu te mandei um email ontem. Não chegou?
Abraço
Postado em 28/08/2009 às 18:58
Respondi o email.
OBG
Postado em 28/08/2009 às 21:43
o correto é “loser”, com um “o” apenas, e não “looser” como foi escrito no review.
Postado em 28/08/2009 às 23:08
HUNG tem se confirmado como a eterna grande promessa de uma boa série que nunca acontece.
The United States of Tara seguiu um caminho semelhante, uma série com todos elementos perfeitos, mas que não cativava. Só que da metade pro fim, encontrou o seu lugar. HUNG já passou da metade e não tenho tanta certeza se terá algum papel importante entre tantos seriados.
Postado em 28/08/2009 às 23:18
Corrigido, Thiago!
Obrigado!
Postado em 29/08/2009 às 15:48
A hora é agora – Hung precisa encorpar, senão vai pro brejo.
E a coisa que mais me irrita é a Tanya nutrir uma esperança pelo Ray. A essa altura do campeonato, isso já era prá tá resolvido. Ainda mais que ela encontrou um carinha. Business is business.
Tua comparação com Breaking Bad é ótima. Mesmo sendo “lugar comum” nas série, o loser que se dá bem num mundo paralelo, isso nos motiva porque realmente acontece na vida real.
Se enquadrar num “esquema” não é prá todo mundo. E a gente tem outros talentos por serem descobertos. Sejam eles legais ou não.
De qualquer maneira, falta muito prá Hung atingir a qualidade de Breaking Bad, que já considero excepcional.
Mas a idéia é boa e eles precisam dar uma acelerada, ou melhor, uma amadurecida – seja nos personagens, seja no texto.
Chuck começou bobinha e se deu conta do potencial. Definiu seu estilo e aperfeiçoou os roteiros, chamou gente bacana e vai pruma 3a.temporada.
Espero que Hung siga por aí. Senão, acaba “queimando o tema” e tudo o que vier depois dele terá sabor requentado.
Postado em 29/08/2009 às 17:01
[...] Hung – 1×07: The Rita Flower or the Indelible Stench | Série Maníacos http://www.seriemaniacos.com.br/blog/hung-1%C3%9707-the-rita-flower-or-the-indelible-stench – view page – cached No episódio mais arrastado da série, Hung ratifica o que eu venho falando há algum tempo: tramas pobres em conteúdo e resoluções simplórias é o — From the page [...]
Postado em 30/08/2009 às 10:42
Também achei esse episódio um tanto arrastado, estava contando os minutos para terminar. Entretanto, gostei da trama envolvendo a Tanya, a Jane Adams continua ótima.