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A simpatia com Sawyer em Lost foi instantânea, Josh Holloway conseguiu incorporar todos os clichês do típico personagem “Bad Boy” e mesmo assim, criar uma personalidade única, que ganha uma nova faceta nessa quinta temporada: James LaFleur.
Spoilers Abaixo:
Estamos chegando à metade da temporada e depois de vários eventos sendo atirados no nosso cérebro de forma assustadora – e acertada -, somos presenteados com um episódio revelador e que diz claramente “Agora pare, respire e se prepare pra mais porrada”, uma espécie de Ji Yeon da quinta temporada.
Mesmo em menor escala, o drama pessoal ainda existe em Lost e é obviamente, um elemento que os produtores não querem perder, foi o que formou os alicerces da série e seria uma grande falta de respeito caso esquecessem, deixem besteiras como essas para Heroes e outros.
Pros série maníacos já não é surpresa que, eventualmente, o cara mal ou que tem as atitudes politicamente incorretas, irá ter um momento de bondade que servirá como redenção ou simples indecisão a ser resolvida futuramente. No caso do querido James Ford, isso começou a se acentuar na terceira temporada – seu romance com a sardenta é um exemplo – e aparentemente havia chegado ao seu ápice nos eventos finais da quarta, quando assumiu o papel de protetor da Claire e defensor do Hurley. Aparentemente, já que ninguém esperava ver o golpista como um cara de família, quem sabe até… tendo filhos! Uma evolução e tanto para aquele cara sarcástico do início certo?
Seguindo os eventos de This Place is Death, Faraday ainda está muito abalado pela morte de Charlotte e como “líder” da equipe, Sawyer tem que armar um plano o quão rápido possível, por fim, eles acabam optando por voltar para a praia e esperar Locke. Péssima idéia.
No caminho, os sobreviventes encontram uma mulher sendo atacada durante um piquenique. Após ser salva por Sawyer – que não pensou duas vezes em atirar, ao contrário de outras séries em que sempre há uma conversa, frases de efeito e uma aparente tranqüilidade – e Juliet, eles descobrem que estão na época da Dharma e pedem para ela levar eles até a vila. Isso é claro, depois de mentir sobre como chegaram à ilha, mentira essa que até envolveu o aparentemente esquecido Black Rock.
Ao chegar à cerca sônica, Amy enrola os nossos heróis devido a desconfianças em sua história, ao acordar, Sawyer percebe que já está na vila, conversando com Horace Goodspead! Sim, o mesmo cara que levou Ben e o seu pai para a Iniciativa Dharma. O golpista repete toda a mentira e é informado que um submarino – o mesmo que Locke explodiu na terceira temporada – sairá da ilha na manhã seguinte, e que os deixará no Taiti.
Depois de contar tudo para os companheiros, um alarme começa a soar e eles são guiados por um funcionário da Dharma até um “local seguro”. Tal confusão não era necessária, só se tratava de um homem, o nosso querido e desaparecido chefe dos outros e aparentemente atemporal, Richard Alpert. Ele exige algum tipo de justiça em troca de não quebrar a trégua entre a Dharma e os Hostis, no fim, ele leva o corpo de Paul, marido de Amy que foi assassinado. Sem comentar o ótimo diálogo entre ele e Sawyer, com direito a referências ao episódio Jughead.
Ao invés dos flahsforwards, o episódio alterna entre os tempos com uma mensagem, provavelmente posta para não causar confusão.
Logo nos primeiros minutos, somos bombardeados com a notícia de que Sawyer, após os acontecimentos no tempo “presente”, virou um Dharma usando o nome de James LaFleur, que agora tem o apelido de Jim, como se não tivéssemos confusão suficiente nessa série.
O chefe de segurança se junta a Miles para resolver um “pepino” durante a madrugada, envolvendo o nosso amigo Horace, Cerca Sônica, bebida e dinamites. Em seguida, Amy – sim, a mesma que enrolou os nossos heróis devido a problemas de confianças – entra em trabalho de parto, o que para todos os espectadores foi espantoso, primeiro por que ela ainda não tinha morrido durante a gravidez e segundo por que, mesmo estragando os disfarces, Juliet conseguiu realizar o primeiro parto na ilha, viva!
Para fechar com chave de ouro, Sawyer e Juliet estão juntos – já era hora – vivendo uma tranquila vida que não estamos habituados a ver em Lost, quando de repente, é dada continuidade a cena do episódio “316” e metade dos Oceanic Six se reencontram com o pessoal que ficou para trás… E então… Sobe a tela negra, o letreiro L O S T aparece e os roteiristas nos fazem esperar duas semanas para ver a resolução disso.
Excepcionalmente, não teremos os extras essa semana. Desculpem pelo atraso e fiquem ligados que boas novas podem aparecer a qualquer momento.
Atualização:
Obrigado ao leitor Renan por informar da minha “omissão”, tinha quase certeza que teria feito um comentário sobre esse fato, mas às vezes as nossas mentes gostam de nos dar a volta.
Sobre a estátua, mesmo aparecendo por míseros segundos, foi o suficiente para milhões de pesquisas e screenshots, tentando descobrir o que seria a misteriosa imagem egípcia. Já li das mais variadas teorias, e prefiro não seguir nenhuma delas até termos um fato mais concreto. É m aviso dos roteiristas: “Não esquecemos disso!”












Postado em 31/08/2009 às 22:58
Olá!!!
Sou uma Lost maniaca.
Estou precisando encontrar amigos para comentar os episodios da 5ª temporada.
Somente agora estou assistindo todos e não tenho ninguem com quem comentar.
Aguardo confirmação para começarmos a trocar e-mails…
O que mais me deixou indignada até o momento é que fizeram os 6 voltarem pra Ilha após 3 anos e chegando lá as pessoas da ilha estão bem adaptadas às suas vidas na Dharma e aparentemente nem queriam eles de volta.
Achei uma babaquice tremenda o Sawyer tratal mal o Jack quando este foi na casa dele.
Mas eu tenho que dizer aqui que meu personagem preferido é o Sayid…eu acho aqueles olhos tristes uma coisa querida…queria pegar no colo. Daí lembrei que já tinha visto esse rosto…ele era o indiano do Filme O Paciente Ingles.
katyadriana2003@yahoo.com.br