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Mad Men: mais do que cigarros e bebidas

Em apenas três temporadas, Mad Men conseguiu um verdadeiro feito. Venceu duas vezes o prêmio de melhor série dramática na premiação mais importante do meio, deu ao seu criador, Matthew Weiner, toda a glória que ele nunca teve pelos seus anos como o segundo homem em comando de The Sopranos, criou um verdadeiro padrão de excelência quanto ao uso de maquiagem, cenários e perucas, não pecando em nenhum momento ao representar uma década rica em cultura e detalhes que garantem toda a sua única beleza. Também levantou dos mortos uma emissora de pouco valor da classe basic cable, a AMC, assim encorajando uma casa de reprises a criar outro produto de qualidade equivalente, Breaking Bad.

Spoiler free!

Além de comercial e artístico, o feito também é televisivo, no sentido brando da palavra. Muitas pessoas desvalorizam Mad Men pelo seu ritmo “lento” e pelas histórias que (segundo elas) não levam a lugar nenhum. Porém, com o devido tempo, esse ritmo é encarado como algo comedido, preciso para aquele tipo de história. Confesso que, há não muito tempo atrás, eu estava nesse grupo, desisti e então decidi dar uma segunda chance a série. Desisti novamente e, tentando encontrar o motivo de tanto hype, dei uma terceira chance, na qual fui finalmente fisgado. Talvez essa tenha sido uma situação que se tornou exagerada pelo meu descaso ou então é simplesmente a forma que as coisas são, mas de uma maneira ou outra, assisti todos os episódios restantes e me apaixonei completamente com os personagens e tramas.

Ainda que seja brilhante em todos os aspectos citados acima, um tem que ser destacado: o mistério. Não há nada mirabolante ou forçado, somente um baile ao redor de problemas que a era e aquelas pessoas são obrigadas a esconder. Devorar essa sobremesa, de pouco a pouco, se torna algo cada vez mais saboroso, e por mais provocante e petulante que isso possa parecer, a série sabe o que faz. Ela sabe como nós deixar esperando. Com isso, não existe enrolação, histórias desnecessárias ou até uma cena sem objetivo próprio ou fora de lugar. Mad Men não é só o crème de la crème da televisão, mas também da arte de fazê-la.

Agora, não tomem a minha palavra por isso. Como já disse, não gostei da série no começo, critiquei duramente até. Demorou alguns episódios e três tentativas para realmente entender Mad Men. Não as histórias, os vários personagens, os flashbacks, os anos sessenta, as situações, os lugares… Não. O seu jeito. Pouco antes de fazer a minha maratona, eu tinha o seguinte pensamento: não há série ruim que do nada melhore, só mediocridade que se acostuma. O exagero, até a falácia que isso possa ser, não me incomodava, mas agora, olhando para trás – cerca de duas semanas, por sinal – percebo o quanto isso não pode ser aplicado a Mad Men. Primeiro porque ela não fica maravilhosa de um episódio para o outro e segundo pois vive fora desse plano normal, dessa nossa rotina; ela trabalha em certo ritmo, com peculiares engrenagens que permitem a experiência de imersão definitiva. Quando terminei de ver a segunda temporada, não consegui acreditar que queria mais. Aquela sobremesa estranha havia se tornada saborosa. Não me recordo de um episódio que não tenha aumentado drasticamente ou pelo menos mantido a qualidade do anterior, e quando raramente foi o caso, houve um motivo. Sim, talvez uma história tenha saído do controle, e sim, talvez ela tenha afundado um pouco o episódio em questão, só não é sem sentido. O ponto está claro, e a tentativa, mesmo raramente falha, também é apreciada.

Uma disputa entre os erros e os acertos não é justa, já que os primeiros são ínfimos e os segundos dão as caras em todos os minutos de todos os episódios. É tanta história, tanto peso e carga emocional contidos em uma única cena, que comentar é uma tarefa árdua, que leva tempo e cabeça limpa. Mad Men nos mostra como essas pessoas operam, não só contra a pressão, mas também contra as suas próprias vidas. Ela nos mostra como elas poderiam e deveriam agir, só que os personagens nunca seguem em frente, e ainda assim, o exercício nunca deixar de estar correto. Esse fator de que mudança não é possível já foi extremamente rodado, e nunca foi tratado tão bem como aqui.

Não se assuste, isso não é algo de outro mundo. Sim, é raro, porém consegue manter um ritmo apaziguador e uma serenidade assustadora, afinal, gostar do coração de Mad Men é fácil, o difícil é começar a apreciar a sua alma, a escondida verdade que ela torna nua e crua. Atenção na palavra começar, pois quando a bola rola, é só alegria, por mais brega que isso soe. A icônica imagem de Don Draper no meio de um brainstorm, bebendo seu uísque e fumando o cigarro é a alegoria perfeita daquela época, daqueles homens e mulheres. Alegria, a qual eu me refiro, não é aquela de terminar um episódio com sorriso no rosto e uma barriga dolorida de tantas risadas. É aquela na qual sabemos que haverá tempos melhores, nos quais a melancolia dará espaço a esperança, mesmo que por um minuto. Tudo isso, essa sensação de época, os personagens, as histórias, se misturam em algo que é impossível de não amar.

Logo em “Smoke Gets In Your Eyes”, nós vemos um pouco disso. A proposta da Sterling Cooper à Lucky Strike (que estava prestes a virar a conta mais importante da agência) é baseada no conceito que Matthew Weiner tentou nos vender logo no primeiro minuto. Mad Men não é uma série chata, não faz referências ao racismo ou a eventos históricos só por fazer, não é um mal… É diferente. A obra e o produto que a televisão precisava, vendida num belo pacote e com um reconhecimento rápido, feito com o auxílio dos cigarros e bebidas. Esse tal pacote era a única maneira de vender tais histórias, de extravasar as sensações, criar ambiente e dar o clima que todos os fãs amam.  Caiu como uma luva e os vários prêmios estão aí para provar.

Quanto à trama, ela se utiliza de um modo que não poderia ser nada menos do que diferente. Em séries como Dexter e Lost, uma ponte é construída com calma, passo a passo, enquanto Mad Men não faz isso. Ela olha para o rio durante onze horas e então pula do ponto A ao ponto B. A passagem não é precipitada e falha justamente por causa da observação. Ela cria um desejo insano de continuar, e quando ele é negado, você fica cada vez mais louco pelo prêmio… Até que você finalmente o consegue, só para descobrir que ele não é o fim, pois tal coisa nunca irá existir. E todos sabem disso.

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A nova temporada de Mad Men estreia hoje nos Estados Unidos e enquanto ela não é o melhor ponto de entrada (ele seria o já citado “Smoke Gets In Your Eyes”), pode te dar um gosto do que a série tem a oferecer. Ou, se você estiver com pressa, pode assistir uma das cenas mais belas dos últimos anos logo abaixo:

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26 Comentários

  1. @disfordaniel
    Postado em 25/07/2010 às 1:43

    Nada que foi dito no post, me convence tanto a assistir à serie, quanto o que ta escrito no ultimo paragrafo.

    Mad Men ta no topo da minha lista de espera ;D

  2. Beto
    Postado em 25/07/2010 às 2:26

    Realmente essa cena da season finale da 1 temporada é GENIAL! John Ham mostra ai que não foi atoa os premios que ele recebeu.

  3. Caio
    Postado em 25/07/2010 às 7:55

    Vc so continuo a assitir por conta dos premios ? Cara não é obrigado vc assitir so pq ganhou 2 premios, me pareceu meio forçado o seu gosto pela série,desculpa se estou sendo grosso mas esse papo de gostar de coração , gostar de alma , ou vc gosta ou não, ponto. Assiti a 1ª temporada tem suas cenas boas, mas é muito lenta a trama se for um pouco mais lenta para no tempo. Quem for assitir pela HBO tome um cafezinho antes pq se não vc dorme (Fato),

  4. Viní
    Postado em 25/07/2010 às 10:26

    Realmente, assistia pela HBO e mesmo em maratona era emperrado, mas acho que é o jeito da AMC, Breaking Bad também foi lento e chato no começo, ainda que bem melhor que Mad Men, enfim, foi preciso uns 6 episódios pra convencer, talvez se eu tivesse continuado na 2º temporada de Mad..

  5. kakaboco
    Postado em 25/07/2010 às 12:06

    Comecei a assistir e até gostei,fui até o episódio inicial da segunda temporada mas acabei desistindo! É uma série boa até,mas não vale toda essa falação não,o ritmo não chega a ser um problema,o que chega a ser é a impressão que a série não andou nada! Nada aconteceu de relevante na primeira temporada fora a votação! Quem sabe quando a série finalizar eu assista ela completa!

  6. Mateus Borges
    Postado em 25/07/2010 às 12:39

    Caio

    Sim, eu continuei a assistir Mad Men por causa dos elogios. Queria saber o porquê deles, e quando parei de obcecar sobre isso, descobri o que era, de fato, uma das séries mais fantásticas da atualidade. Chamar isso de forçado é provar que você obviamente leu o texto por cima .

  7. L.
    Postado em 25/07/2010 às 13:20

    Tantos comentários negativos! Eu gosto de séries de acção e thrillers, mas também consigo apreciar um drama que não tenta ser escandaloso, sem dramas chocantes e exageradas, sangue, gritos e tiros. Para mim o valor de Mad Men reside nas suas personagens e relações, claro que o mistérios também é bom. Ainda me lembro por exemplo do episódio “The Hobo” cujo final é excelente. As personagens mais cativantes para mim são a Peggy, o Don, a Joan e o Pete, existem outros muito bons, mas é essencialmente por estes que vejo a série e adoro-a.
    A série tem de facto um ritmo lento, mas é um grande exagero dizer que a série não vai a nenhum sítio, certamente não vi a série com muita atenção. Só esta 4ª temporada promete ser bem diferente, agora que o **SPOILERS** Don divorciou-se da Betty e a nova empresa foi formada **/SPOILERS**

  8. alti
    Postado em 25/07/2010 às 14:25

    Assisti a primeira temporada, mas a série não me conquista. O ritmo é insuportável! As tramas são fracas, e tudo que eu vejo são cigarros. Fumam tanto que me dá até um mal-estar.
    Talvez a série mereça os prêmios pelas atuações, pelo roteiro “inteligente”, pelo perfeccionismo na caracterização da década.
    Mas dois Emmy’s foi um baita exagero, Damages, por exemplo, merecia MUITO mais do que Mad Man.

  9. Pedro Paulo
    Postado em 25/07/2010 às 14:28

    Assisti faz muito tempo os dois priomeiros episódios da 1ª temporada, comecei a falar que gostava, só para dar uma de “cult”, mas desisti. a série é chaaaaaaaaaaataaaa… eu já torço um pouco o nariz pra séries de 55 minutos (apesar de amar Dexter e True Blood tem dia que acho uma procissão) e essa parecia que era mais interminável ainda. E ainda detesto o protagonista, esse Jon Hamm acho ele muito arrogante, muito convencido.

    Eu não desisti por não conseguir entender – Damages é uma série infinitamente mais complicada de entender e é minha série favorita – desisti porque realmente só vale a impecável reconstituição da época, não tem uma história que fisga como TB, Dexter, Damages, The Good Wife e Breaking Bad, que parei e ver por cauda da correria mas na primeira oportunidade voltarei a assistir.

  10. Jorge
    Postado em 25/07/2010 às 14:56

    Concordo com o Caio: seu amor à série parece ser totalmente forçado! primeiramente, você quis escrever algo inteligente, mas não dá p/ entender o que você quis dizer várias passagens. É o típico comportamento de Pseudointelectuais com “P maiúsculo”: dizer que leu o livro que não passou da primeira página, que entendeu e gostou da série/do filme que não suporta…

    ————————————————-
    Em dúvida sobre o que disse, releia o seguinte trecho:
    —————————————————
    “Ela olha para o rio durante onze horas e então pula do ponto A ao ponto B. A passagem não é precipitada e falha justamente por causa da observação. Ela cria um desejo insano de continuar, e quando ele é negado, você fica cada vez mais louco pelo prêmio… Até que você finalmente o consegue, só para descobrir que ele não é o fim, pois tal coisa nunca irá existir. E todos sabem disso.”
    —————————————————–
    Olhar para o rio por onze horas???? Ir de A a B??? :D

    Eu não acredito em quem assistiu e não gostou (lançamento da série), decidiu assistir pela segunda vez (Mad Men vence seus primeiros prêmios) e não gostou (“Mad Men ganhar de novo? impossível!”) e voltar atrás (16 indicações ao Emmy em 2009) e adorar a série (ops, deu Mad Men de novo…)

  11. Mateus
    Postado em 25/07/2010 às 16:29

    Se Mad Men ganhar o premio desse ano ela completará : 3 Temporadas e 3 Premios Emmy de melhor série dramática. Torço para que aconteça isso =)

  12. Marcelo
    Postado em 25/07/2010 às 16:59

    Já dei duas chances a Mad Men, nas duas não consegui nem terminar o 2° episódio.
    Vou fazer que nem vc e dar uma 3ª chance, quem sabe eu finalmente goste dela.

    Só nada, nem que eu vire fã da série, vai me convencer que o piloto dela merecia o prêmio de melhor roteiro (que ganhou nos Emmys)
    Basicamente não acontece nada naquele episódio isolado.

  13. Alexandre
    Postado em 25/07/2010 às 17:02

    É um erro achar que toda série deve ter aquele rítmo rápido que todo mundo acha que a televisão deve ter, isso é coisa velha, anos 90. A narrativa de Mad Men está no compasso correto.
    Os Globos de Ouro e Emmys são merecidíssimos. Logo no final do primeiro episódio, o citado “Smoke Gets In Your Eyes”, com a casa de Don se distanciando ao som de “On The Street Where You Live”, a série mostra sua essência e dá um novo significado à música romântica de My Fair Lady. Quem é Don Draper?
    É preciso ler os olhares, os corpos e o contexto de cada personagem. Creio que a maioria dos visitantes deste site seja formada de adolescentes. Não quero o papel de tio chato, mas espere um tempo para rever a série, pois é preciso mais que referências pop para conseguir gostar da série.

  14. antônio
    Postado em 25/07/2010 às 18:57

    Não concordo com o Alexandre. Tenho 16 anos, e não são as “referências pop” que me influenciam quando digo que Mad Man não merece nem metade dos prêmios que recebeu. Assisti um bom tanto da série, esperando que em algum momento a história me fisgasse, mas isso não aconteceu. A história de um publicitário na década de 60 poderia ser bem melhor conduzida, algo além de cigarros, bebidas e sexo.
    Claro que cada um é cada um, mas dizer que apenas por ser adolescente, alguém não poderia assistir criticamente uma série e formar uma opinião, é um belo absurdo.

  15. Alexandre
    Postado em 25/07/2010 às 23:15

    Antônio, não quis dizer que uma pessoa de 16 anos não tem capacidade crítica nem conhecimento para compreender. Muito pelo contrário, tempo e amadurecimento são coisas individuais. Você, com 16 anos, pode ter uma bagagem cultural incrível que um cara de 30 pode não ter.
    No meu comentário, quis dizer que há coisas adquiríveis apenas com o tempo. Sou 10 anos mais velho que você e sei que em 10 anos o seu olhar vai mudar bastante. Quando eu tinha 13/14 anos, li um conto da Clarice Lispector chamado “100 Anos de Perdão”. Na época não achei nada demais, mas um ano depois eu reli o mesmo conto. A leitura foi completamente diferente. É isso que eu quis dizer.
    O que é um bom filme ou série? Basicamente é uma boa história, soma-se texto, direção, elenco, direção de arte etc. Mas tudo isso só é válido se a série dialoga com você. Mad Men ainda não falou com você, mas dê mais uma chance daqui a alguns anos, quem sabe você acaba não gostando?
    Abraço!

  16. Delton
    Postado em 25/07/2010 às 23:23

    Eu particulamente gosto da série devido o seu estilo e de como a trama se encaminha; Se vc observar ñ só o crescimento dos personagens e sim de todo o elenco nestas 3 temporadas.. é algo extraordinário;
    Agora….. vc tem q curtir o formato da série… pra continuar assistindo;
    E outra coisa é que cada pessoa tem mil motivos para ver ou ñ uma série… então, não vamos crucificar o kra, que fez um ótimo post por sinal, por ele ter começado a gostar da série depois que ela ganhou os prêmios ou ñ;

    E Mad Men é boa, Braking Bad melhor ainda e a nova série “the walking dead” também vai ser ótima…Parabéns AMC.

  17. Jorge
    Postado em 26/07/2010 às 0:54

    @Antonio,

    Este é exatamente o seu problema: “cigarros, bebidas e sexo” -> foi só isso que você conseguiu enxergar na série, quando o menos importante é a fumaça presente na maioria das cenas ou as mulheres com quem Don Draper se relaciona…

    Não sei se Smoke Gets In Your Eyes é o melhor episódio da primeira temporada/ ou se tem o melhor roteiro: mas que a equipe de roteiristas de Mad Men é GENIAL…

  18. Luciano
    Postado em 26/07/2010 às 12:30

    Acho que justamente o que parece ser a questão principal da série é que não me atraiu !
    Toda questão quem é Don Draper? Soa por praticamente todo episódio da primeira temporada ! Me parece tão desinteressaste, até porque não consegui gostar da personagem! As ações em relação as mulheres da série tanto em relação a esposa ou amante /que não me recordo o nome no momento/ ou o drama da vida passada dele que ele busca esconder! Quem sabe daqui a alguns anos eu dê outra chance!

  19. @leospinto
    Postado em 26/07/2010 às 14:10

    Em vista de alguns comentários, posso dizer que Mad Men não é para todo mundo mesmo. Eu sou apaixonado pela série, realmente gosto muito, mas entendo as pessoas que estão acostumadas com outro tipo de série.

    Mad Men é boa justamente por se diferente de tudo. A trama é construída lentamente com recursos que não são repetitivos (por exemplo, em alguns episódio há os flashbacks, que não se repetem em outros). O fato é que esses recursos são utilizados com perfeição e no momento certo.

    Trilha sonora perfeita, ótimos atores, personagens densos, é isso que faz uma série ter qualidade e ser reconhecida.

    Eu quase esqueço, em alguns episódios, que o protagonista é o Don Draper. A gama de personagens secundários e, sobretudo, suas vidas e histórias nos atraem tanto quanto o mistério central de quem é Don Draper.

    Realmente acredito que a série avance em passos lentos e que as questões que rondam a vida de Draper são mostradas igualmente com lentidão pelo fato de que o mais importante é quem ele é no presente e como ele se relaciona com seus clientes, família e amigos.

    Enfim, Mad Men está no topo da lista de “espera aflita”…

  20. Adriano Macedo
    Postado em 26/07/2010 às 14:22

    Acompanho desde o lançamento. Grande reconstituição de época. Infelizmente, alguns habitantes do século 21 são cínicos demais para apreciá-la.

  21. Lucas
    Postado em 26/07/2010 às 20:58

    Tenho muita vontade de assistir Mad Men, mas eu tenho medo de começar e não gostar, até pq já ouvi pessoas dizerem que a série dá sono e tudo mais. Mas tá na lista pra quando eu terminar de ver Breaking Bad, essa sim, acredito que seja uma unanimidade de tão espetacular que é.

  22. Vinícius
    Postado em 29/07/2010 às 16:38

    Não me importo com os prêmios. Mad Men é boa porque é. Quem assiste, aprecia e analisa não chega a outra conclusão.

    Mateus, bela escolha de cena. Aliás, cena linda para uma série linda. O final da segunda temporada é muito, muito bom! Todos os episódios são bons, bem-feitos.

    Mad Men me deixa sem palavras!

  23. Guilherme Bakunin
    Postado em 10/01/2011 às 22:55

    “Concordo com o Caio: seu amor à série parece ser totalmente forçado! primeiramente, você quis escrever algo inteligente, mas não dá p/ entender o que você quis dizer várias passagens. É o típico comportamento de Pseudointelectuais com “P maiúsculo”: dizer que leu o livro que não passou da primeira página, que entendeu e gostou da série/do filme que não suporta…”

    Achei esse comentário aí o cúmulo da arrogância, sinceramente. O cara não entende o que o resenhista falou, e culpa o próprio resenhista pela ignorância. É igual ler a bíblia e criticar Deus porque a linguagem tá rebuscada demais.

    Enfim, só quem assiste e ama a série mesmo sabe o quando involuntário é a paixão que nasce por esse programa. Quase não é um programa de tv, no sentido que a gente acostumou-se a aceitar (entretenimento). É quase um estudo, uma leitura de um documento que vai salvar a humanidade ou que pelo menos vai possibilitar melhor compreedê-la, ou sei lá, ver a Christina Hendricks faz qualquer dia valer a pena, que peitões

  24. darlan gattuso
    Postado em 20/05/2011 às 4:00

    Mad Men está tatuado no meu coração.

  25. Loli
    Postado em 24/08/2011 às 21:23

    Comecei a ver há pouco mais de 1 mês e me pergunto por que não comecei antes.. é muito lenta? Sim! É chata? Não! Os motivos que me levam a adorar MM já foram ditos aqui por vários comentários… mas entendo quem não gosta, como disseram, não é pra qualquer um mesmo. E, de novo, como disseram, pra gostar você tem que “dialogar” com a série, se deixar encantar e envolver, não só pela produção maravilhosa, cenários, fotografia, atuações, trilha sonora, mas pela história mesmo, pela vida dos personagens. É como apreciar um quadro, uma paisagem, requer um pouco de interação.

  26. Loli
    Postado em 24/08/2011 às 21:28

    Ah, e odeio Community.
    :P

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