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Mercy talvez seja a série médica menos médica em exibição e isso ao contrario do que muitos podem pensar é bom, muito bom.
Spoilers Abaixo:
É claro que Mercy ainda tem seus casos médicos e as enfermeiras exercem a profissão, mas em aspecto de metáforas e fugir dos casos médicos Mercy bate todas as séries em exibição, até Grey’s Anatomy que vez sim, vez não é crucificada por isso. Então, Mercy não é uma série para os que não gostam deste lado da criação de Shonda Rhimes (Grey’s Anatomy), Mercy é uma série para aqueles que amam a vida pessoal dos personagens e sempre querem mais.
Talvez seja Chloe, a enfermeira novata e ingênua, interpretada no ponto certo por Michelle Trachtenberg a personagem que mantenha o maior vinculo com o hospital, mas ao mesmo tempo ela acaba sendo uma das que mais se mantém fora dele das tramas dele. Chloe é minha preferida e provavelmente deve ser a sua preferida também, não tem como. Trachtenberg é perfeita para o papel. E neste episódio foi tudo muito legal.
Chloe até agora teve os melhores casos médicos e não poderia ser diferente neste episódio. A enfermeira que é toda dedica e meiga, acaba sofrendo na mão dos pacientes, mas como foi dito para o Dr. Chris, ela é perfeita para os casos mais delicados justamente por esses adjetivos. E neste episódio, esse lado da personagem foi ainda mais explorado. Chloe ficou encarregada de um garoto de 17 anos com queimaduras no rosto e com rejeição aos enxertos de pele feitos pelos médicos, então, não havia paciente mais merecedor de cuidado especial. Mas, Chloe sofreu na mão do garoto e até teve seu primeiro pedido afastamento de um caso por ordem de um paciente, o garoto. Dava para sofrer junto com a personagem. Mas no final, como é uma série, tudo deu certo e o paciente até ajudou-a em sua vida pessoal, que como foi dito, é o melhor da série.
A paixão platônica da Chloe era latente a todos, tanto que até o tal paciente percebeu e a enfermeira, em toda sua ingenuidade até contou para suas “amigas”, Veronica e Sonia. Chloe, toda ingênua e cheia de esperanças até topou sair com o Dr. Chris, mas acabou ouvindo que ele era apaixonado por Veronica e que já haviam acontecido coisas entre eles no Iraque.
Enquanto isso, Sonia enfrentava a trama mais fraca do episódio que até era uma espécie de alivio cômico. A enfermeira acabou sendo “presa” pelo próprio namorado por não pagar multas, dezoito multas por sinal. Sonia, apesar de parecer ter uma boa carga para a série, até agora foi a personagem principal com as tramas mais fracas. Ela é boa, mas ainda exige melhoras.
Já Veronica decidiu tentar um bebê com Mike. Mas a vontade mesmo de ter essa criança veio após saber que Chloe estava caidinha pelo Dr. Chris, então ela decidiu ir fundo e aceita o pedido do marido e começa a tentar o bebê. Dr. Chris por sua vez descobre pela boca de Chloe que Veronica está querendo um bebê e aí nos teremos de esperar o próximo episódio para saber como tudo acabará.
“Pulling the Goalie” foi simplesmente o melhor episódio de Mercy, tirou a série da minha categoria de guilty pleasure e agora eu só quero mais!











Postado em 20/10/2009 às 15:54
só assisti dois episódios até agora, então nem li essa review, assim que assistir o 4º episódio eu leio.
Enfim, to gostando muito da série, acho que a NBC acertou
Postado em 20/10/2009 às 16:27
Também gostei muito do episódio.
Os casos médicos foram bons, e tb foi um episódio bem engraçado.
Eu tb amo a Chloe,a melhor personagem.
Eu tb gosto do fato de a trama n ser médica ao extremo.
Postado em 26/10/2009 às 23:48
Ótimo episódio. Não sei como baixei o piloto de Mercy – não gosto de séries médicas – mas desde o primeiro episódio fui fisgado pela série. É ótima, tem um drama e comédia bem balanceados, ótima atuação, e nada parece muito exagerado. Achei esse episódio o melhor até assistir o quinto, que superou. Espero que seja renovado para 2010.
E a minha favorita é a Veronica, com uma grande atuação da Taylor Schiling.