Siga o Série Maníacos no Twitter Adicione o nosso perfil no Facebook Acesse o canal do Série Maníacos no Youtube Faça parte da nossa comunidade no Orkut

Persons Unknown – 1×02: The Edge

Agora não falta mais nada. Tivemos nosso primeiro flash-back, fomos apresentados ao monstro, digo, a máquina de dor e eu vi, juro que vi, a Luz! E suspeito que os cozinheiros de olhinhos puxados sejam membros descendentes da Dharma. Como eles são sorridentes e felizes, não? BRINCADEIRAS A PARTE, vamos lá!

Spoilers Abaixo:

O episódio começa bem. Os personagens decidem fazer uma cirurgia caseira para retirar os implantes que os controlam. Embora a ideia seja um tanto inútil (uma vez que os ‘sequestradores’ podem facilmente recolocar esse implante neles), foi uma sacada rápida, que teoricamente poderia resolver o problema no momento. Porém, a cidade tem mais um mecanismo: uma espécie de campo de força que faz com que as partículas de água do corpo de quem se aproxima, esquentem, provocando uma dor insuportável e evitando que a travessia se realize, bloqueando a passagem da pessoa para o outro lado. Qual a solução? Explorar o território, conhecer esta cidade e tentar achar alguma brecha, uma maneira de sair dali. Neste ponto, mais uma frustração (pelo menos pra mim). Eu estava esperando o surgimento de um novo ‘Michael Scofield’, observador, detalhista, atento e genial. O que nos foi dado? Uma patricinha (Tori) adentrando uma loja de roupas e trocando seu figurino, sem deixar é claro de se exibir pra câmera vigilante. Nem pra ela se exibir direito e mostrar um pouco pra câmera.

Neste episódio, podemos ter uma noção melhor de como é cada personagem. Moira, que no piloto parecia ter fugido de um hospital psiquiátrico, se apresenta neste episódio como uma psiquiatra. No entanto, logo em seguida, ela desmente essa informação e reforça a primeira impressão que tínhamos dela: uma doida. Porém, minhas suspeitas começam a pender bastante pro lado dela: Foi Moira quem deduziu e descobriu a existência do implante; foi ela quem o retirou; sabe explicar tudo, desde o nascimento de uma borboleta até o funcionamento do mecanismo que impede a travessia da cidade; observava a Tori de uma maneira esquisita, enfim. Falando em Tori, ela foi a primeira a ganhar um ‘flash-back’ no roteiro: ‘Sei a verdade e você vai pagar” é o que Tori diz para seu pai, durante o flash-back (eu falei que ia ter, lembra?). Não sou contra a utilização desse recurso, muito pelo contrário, sou totalmente a favor, mas ele poderia ter sido mais explorado.

Entre Janet e Joe, pintou um clima. E o mais curioso é que, até então, o bilhetinho de Janet não especificava qual o vizinho ela teria que matar. Para os mais atentos: antes de subir para o banho, na frente de todos, Janet pergunta  para Joe (e para mais ninguém) se ele irá ao jantar, ele responde que sim, ela se retira e Joe a segue com o olhar. Neste instante, a câmera vigilante dá o zoom. Pouco depois, o bilhete que antes dizia vagamente ‘Mate seu vizinho’, torna-se mais direto: ‘Mate Joe’. Não é a toa que ela atira na câmera e diz que é humana e não um rato de laboratório. À nível de curiosidade, no primeiro episódio, o bilhetinho de Janet traz a mensagem em apenas uma linha, no começo do segundo episódio ela abre novamente o bilhetinho e a mesma mensagem aparece dividida em duas linhas. Se for um erro de continuidade ou outra coisa eu não sei, mas vale citar vai que isso seja alguma dica.

Clique na imagem para ampliar.

Sobre as câmeras de segurança, percebe-se que mais do que vigiar, elas interagem. Janet olha pra câmera e pede uma prova de que sua filha esta viva, pouco depois recebe uma ligação da própria. Falando nisso, que ligação estranha. Janet recebeu a ligação e, aparentemente, ninguém efetuou a mesma. A filha simplesmente aparece do outro lado da linha. Obviamente não pode ter sido Megan quem fez a ligação (ou pode?), nem mesmo a vovó suspeita, já que ela aparece só depois. E a vovó? Quem mais iria botar reparo na falta de peças de um quebra-cabeça? Por um acaso ela tentou montar? Que personagem mais X no meio desta história. Outra história ‘mal-contata’ é a do jornalista que investiga o caso do desaparecimento da mãe exemplar. Fico me perguntando, as famílias dos demais personagens não sentiram falta deles? Não denunciaram os desaparecimentos? A polícia simplesmente ignora as imagens da câmera do parque? O que seria isso afinal? Uma conspiração maior do que aparentava ser, a princípio? Aliás, se bateram e ameaçaram o jornalista, por que não foram atrás da fonte da notícia, que também estava ali perto e obviamente oferecia mais risco? Enfim, não dá pra dizer ainda, se tudo isso são furos no roteiro. Talvez tenhamos as respostas pra todas essas ‘brechas’ (como promete a promo) ao longo dos 11 episódios restantes.

Bem, sobre os demais personagens, o sargento Graham desperta bastante simpatia. Sobre ele, dois fatos curiosos: primeiro que ele dá ênfase na religião, num primeiro momento pede que Joe tenha mais fé, num segundo momento aparece prostrado rezando. Outro fator que me chamou a atenção é que, durante a discussão com Bill Blackham e Charlie Morse, ele defendeu que tortura não funciona. Esta frase saindo da boca de um soldado americano, sequestrado e trancafiado numa cidade abandonada é no mínimo curiosa. Não me surpreenderá se, nos próximos episódios, aparecer um flash-back dele  discutindo métodos com seus superiores. Já Blackham e Morse, preferem seguir seus próprios métodos e decidem fazer uma pressão no ‘gerente noturno’, que realmente consegue ultrapassar o campo de força. Aliás, (se permitirem mais uma comparação) esse gerente noturno tem jeitão de Benjamin Linus. Se minha impressão estiver certa, ele e os cozinheiros de olhinhos puxados estão escondendo o jogo e estão mais enrolados nessa história do que afirmam. É só um palpite. Mas, voltando, é curioso o fato de o gerente conseguir atravessar a barreira. Por que ele consegue? Por que o efeito (tão bem explicado por Moira) não aconteceu com ele? Olha aí, mais uma perguntinha pra lista de mistérios de Persons Unknown. Que comecem as listas e as teorias.

Já que falei em teorias, vou retomar a comparação com o filme ‘Cubo’. Como expliquei na review anterior, os quartos cúbicos se moviam como num cubo mágico (o brinquedo), deste modo, acontecia dos personagens andarem, andarem, andarem e acabarem voltando pro mesmo quarto.  Foi o que vimos neste episódio. Ao conseguirem ultrapassar a barreira (que havia sido desligada naturalmente por um relâmpago e não por Jack), os personagens se deparam com uma luz (a-han) e acabam voltando ao ponto de partida, sendo recepcionados por uma placa hilária que diz ‘Welcome Back’. Devo dizer que me deixa feliz o raciocínio ‘rápido’ dos personagens. Afinal, ao verem que o relâmpago havia atingido a região da barreira, rapidamente nossos amigos deduzem que ela pode ter sido afetada. Não é nenhuma sacada genial, mas me deixa feliz, porque de personagens com raciocínio lento já me bastam os da série ‘V’, que integram a quinta coluna. Só me pergunto por que eles ainda não sentaram e pararam pra conversar seriamente sobre as possíveis razões que cada um teria para ser ‘sequestrado’. Por que eles não refletem sobre isso e tentam encontrar conexões e padrões entre suas histórias?

Mais alguns comentários:

- Gostei do caso entre o jornalista e sua chefe, só não entendi por que ele omitiu o ataque que sofreu. Talvez porque ele tenha pedido arrego, com medo, e se contasse pra ela, seria obrigado a reassumir a investigação deste ‘furo’.

- Me instigou a mensagem e o ‘presente’ que Tori recebeu. Imagino que cada personagem terá um episódio pra si, no qual suas mensagens e presentes serão explorados, acompanhados de um flash-back rápido.

- É possível dizer que um ou dois personagens já despertaram alguma empatia com o público, no meu caso, estes dois são Joe e o soldado Graham. Porém, não há nenhuma atuação de destaque.

- Também sinto falta de uma trilha sonora mais pontual, um leitmotif marcante. Isto numa história de suspense ajuda demais a criar um clima, que ainda falta na série. Precisa criar mais tensão e talvez um leitmotif ajude bastante. A única cena que me provocou alguma tensão foi a final, quando Janet ameaça atirar em Joe. Devo dizer que a série ainda não me conquistou, continua abaixo daquilo que eu esperava. Se bem que agora já nem espero muita coisa.

Agora que conhecemos um pouco mais da história e ficamos com algumas perguntas (ou brechas) no ar, é possível começar o festival de chutes e teorias. Gostaria de finalizar este texto, me explicando. Nesta review e na anterior, eu fiz algumas comparações e brincadeiras, citando outras séries e filmes. Essas alusões podem, ou não, ter sido colocadas pelos criadores da série, e identificá-las é totalmente relativo. Por exemplo: quantas vezes não vimos nomes de filósofos, batizando personagens? Ou quantas vezes os personagens aparecem lendo um livro, que em alguns casos são como pistas para os telespectadores? Portanto, identificar estas referências é uma experiência totalmente relativa e vai do repertório pessoal de cada um. Se fizermos um passeio pelos blogs e comunidades do orkut, vamos encontrar teorias, comparações e ‘brisas’ sobre ‘Persons Unknown’. Dizer que esses comentários são ‘uma viagem’ é diminuir a obra. Afinal, se estes elementos foram colocados intencionalmente ou não, o importante é a mensagem recebida por cada indivíduo e o que ele vai extrair dela. Faz parte do jogo e este espaço existe para que cada pessoa possa compartilhar sua opinião ou tese com os demais. Portanto, deixe abaixo o seu comentário. No twitter, você me encontra como @tonfreitas_

Post to Twitter

Leia Também:

27 Comentários

  1. Ivan
    Postado em 16/06/2010 às 9:55

    A maquina de dor se parece mais com a cerca eletronica de Lost do quecom o monstro. né? Mas estou gostando da série mesmo assim, desde de que não acabe sem respostas como Lost.

  2. Átila Freire
    Postado em 16/06/2010 às 10:01

    Em suma o episódio foi bom. Relacionado aos seu scomentários, eu também esperava uma investigação a la Scofield e fiquei desapontado. Também acho que a Moira sabe mais do que ela diz saber. Em relação ao desaparecimento dos outros não ter levantado suspeitas, acho que talvez seja abordado depois, talvez não misturaram com a história do jornalista porque aparentemente cada pessoa veio de uma cidade diferente e talvez no futuro mostre como o desaparecimento deles está afetando os parentes, etc. Sobre o gerente do hotel conseguir escapar, acho que como todos são observados, na hora que ele correu, a máquina de dor foi desligada e logo depois religada. O que não gostei foi quando eles retornaram para o hotel, depois da frustrada tentativa de fugir, e encontraram o gerente do hotel, com a maior cara lavada e ninguém fez nada, eles confirmaram que o cara tá envolvido (pra mim ficou claro com a fuga dele) e não aproveitam a chance que perderam.
    Estou gostando da série, vamos aguardar o desenrolar da história.

  3. Márcio Ferreira
    Postado em 16/06/2010 às 10:47

    Eu realmente estou gostando da série. Não via nada no estilo desde Harper’s Island. Apesar da comparação com Lost, que vi completa, não acho que tenha muitas coisas em comum. Enfim, agora é esperar pra ver no que vai dar.

  4. Tamison
    Postado em 16/06/2010 às 11:19

    * Bom, começemos o festival de chutes e teorias; e la vai os meus. Eu n esperava nada tipo ‘Scofield’ pq eles estao desesperados pra sair dali e sem entender direito pq estao ali, o que nos leva direto pra questao: “pq eles n tentam criar um padrao a partir de suas proprias historias?” Pq no meu ponto de vista, eles ainda n confiam em todos, escondem suas proprias informações pq nao confiam em ninguem, acham q outro sequestrado pode fazer parte do sequestro (e isso fica mais reforçado quando fica ‘provado’ o gerente do hotel faz parte ‘deles’).

    * Quanto ao jornalista e sua chefe, acho q ele escondeu a investigação dela por medo de ser repreendido de novo. Mas eu acho q ela faz parte do sequestro sim (mais um chute), ela n me inspira confiança.

    * Em relação a Moira, achei q ela ia ser personagem segundário e tal… mas começo a achar ela como peça-chave pra resolução desse mistério, afinal ela seria a unica pessoa ‘doente’ do grupo.

    * Tb sinto falta de um leitmotif.

    É isso, a série tb ainda n me conquistou. Por enquanto digamos q eu fique instigado a assistir ao próximo episódio, mas como so sao 13, devo assistir até o final. É isso e até o próximo episódio.

    P.s: A Vovó e o Gerente me dão arrepios.

  5. Marcelo Matas
    Postado em 16/06/2010 às 12:08

    Me parece que a chefe do jornalista possa estar envolvida. O gerente certamente sabe bastante, mas talvez não possa falar, acredito que todos que estão na cidade são de certa forma “prisioneiros”.

  6. Polly
    Postado em 16/06/2010 às 12:47

    Gente, de boa, me cansa demais essa mania de comparar tudo com Lost…
    Eu assistia Lost e desisti pq sabia que ia me matar de raiva no final… Adoro “puzzle” e contar com todas as pistas (falsas ou não) é o que me diverte… Desde que o mundo é mundo, “nada se cria, tudo se copia” e Lost também é copia de algo. Seria mais produtivo “desapegar” do que se acha muito bom pra ter coisas novas pra assistir, senão nunca ficará satisfeito com nada.
    Agora, voltando a PU, eu ainda não estou fã, mas estar intrigada me deixa satisfeita.
    Concordo com boa parte das “teorias” de Tamison… E também acredito que todos os míseros detalhes poderão ser dicas. Vou continuar a ver. Se for bom, otimo… se não for, tudo bem também…

    PS.: Antes que seja cruxificada, eu respeito o legado de Lost. Mas que tá chata demais a devoção, isso tá!

  7. WEIDER
    Postado em 16/06/2010 às 12:59

    COncordo com a Review, então, gostei das comparações com LOST, que cncordo, enfim, episodio melhor q o 2! é isso, que venha o 1×03

  8. Cristiano
    Postado em 16/06/2010 às 13:58

    Sobre a mensagem do biscoito da sorte em uma ou duas linhas:
    Eles não seguiram comendo no restaurante chinês ? Se sim, sempre vem um biscoito da sorte no final das refeições. O segundo bilhete pode ter aparecido novamente para a Janet com o mesmo recado.

  9. Ewerton de Freitas
    Postado em 16/06/2010 às 14:26

    Polly, eu também me incomodo quando as pessoas ficam batendo na mesma tecla. Eu mesmo estava na intenção de não fazer nenhuma menção a Lost nesta review, mas assistindo ao episódio eu comecei a dar risada. Justamente porque na review anterior eu tinha falado que só ficou faltando flash-back e a luz. E eis que eles aparecerem. Acabei não resistindo e fiz a piada.

    Adorei Lost, mas já passou. Estou desapegado. Não estou procurando uma substituta, pelo contrário, estou acompanhando tanta série, que quase não estou dando conta. Mas, prometo que minhas menções aos Oceanic se encerraram aqui. eheuehu

    Abraço!

  10. Marco
    Postado em 16/06/2010 às 15:27

    Otima review. Parabéns.

    As comparaçoes com Lost nao incomodaram (nem foram forçadas, pelo contrario), foram espirituosas e deram charme ao texto.

    E’ dificil fazer teorias. Pois nesse segundo episodio compreendi que estou “sim” diante de um bom roteiro, mas também que estou lidando com uma produçao que ou é muito pobre ou completamente ineficaz. O que incomoda, pois nao sei se detalhes que notei sao meros erros de continuidade ou algo a mais.

    Estou gostando, mas é prematuro. Digamos que a serie esta nas categorias:1) “continuarei assistindo porque sei que serao poucos episodios”; 2) “espero que melhore”.

    Até o proxima!

  11. [S.E.P]Diego M.C
    Postado em 16/06/2010 às 19:40

    A série é muito boa… fico feliz que são apenas 13 episódios e com toda certeza teremos um fim! E mais uma vez tem gente que acha que Lost acabou sem respostas… inacreditável… mais claro do que foi só um dicionário

  12. Renan Duarte
    Postado em 17/06/2010 às 1:00

    Aaaaah… porcaria de série cheia de clichês.

  13. Bruno
    Postado em 17/06/2010 às 3:57

    Eu senti uma vibe muito “Caverna do Dragão”, com eles tentando ir pra casa e no final acabam no voltando pro mesmo lugar.

  14. Livia
    Postado em 17/06/2010 às 13:22

    A série não surpreende, mas tá aí pra encher linguiça, e acho que faz isso perfeitamente.
    Sou só eu que acho que tem uma razão meio dark pra Moira ter ido parar no cuidado psiquiatríco?
    E, posso ter mal interpretado ou elas atuam mal, mas não rola uma vibe meio de romance pelo jeito que a Moira olha pra loira (não gravo o nome dela)?

    De qualquer jeito, ótima review, parabéns!
    Beijos

  15. Ewerton de Freitas
    Postado em 17/06/2010 às 14:28

    Concordo Livia.
    Tbem acho que Moira tem uma queda pela ‘Serena’ de P.U.
    ahauahauh

  16. Rodrigo Servulo
    Postado em 17/06/2010 às 22:29

    Tbm notei um lesbian crush da Moira pela Tori. E essas duas são as personagens que eu mais gosto.

    Estou gostando bastante do desenvolvimento da série. O gerente ter passado pelo muro invisível também acho que foi como disseram, desligaram e religaram. Já o bilhete de Janet, é outro que foi colocado durante o banho dela. Só especificando mais quem ela teria que matar.

    Agora, me expliquem uma coisa. Há algo de sobrenatural? Por que eles voltaram pra cidade? E se for algo sobrenatural, como nenhum deles comentou nada a respeito ou estranhou isso? Achei estranho, até pq tava esperando só uma coisa de conspiração, sem nada muito sobrenatural, mas ok.

    Vejamos a resolução disso.

  17. Diogo
    Postado em 17/06/2010 às 23:25

    Tenho achado até agora a série bem amis ou menos… me irrita algumas ações dos personagens como por exemplo retirar a coisa la da perna de todo mundo antes de testar com apenas uma pessoa, que seria mais lógico… e quem tirou da Moira? Outro que me irritou foi o tal Sargento enfiando a mão pra testar até aonde a barreira loca de microondas chegava… porque não tentou com algum objeto primeiro? E porque a borboleta morre no negocio, mas o mato do chão continua verde e bonito? Talvez eu esteja exigindo de mais…. e pior que vc ainda me mostra esse óbvio erro de continuação do bilhete do biscoito da sorte…

    Os peronagens também são muito esteriotipados, todos eles se encaicham perfeitamente numa descrição meio cliche de personagens de filmes, séries e etc de suspense e meio de terror talvez.

    @Polly
    As comparções com Lost não me irritam nem um pouco, porque não sei se vcs perceberam, mas era um piada…..

  18. reinaldo chen
    Postado em 18/06/2010 às 13:03

    só faltou a musiquinha de twilight zone quando voltaram ao mesmo ponto… que lost nada… os clichês são mais antigos….

    Apesar dos furinhos é uma das boas estréias até agora…

  19. thizin
    Postado em 18/06/2010 às 15:18

    Com o fim de Lost seria normal as redes de tv produzirem séries que ocupassem o seu lugar. Séries com drama, mistérios e conspirações…isso é instigante e querendo ou não as pessoas tem sede de coisas assim. Lost foi uma escola, nenhuma outra série reuniu tão bem esses elementos. Persons Unknown claramente veio para suprir a falta que Lost vai fazer. Não sei se isso é bom ou ruim já que fica a impressão que criaram essa série apenas por esse motivo. Mas não é que PU não tá fazendo feio…existe muito ainda que se trabalhar nos personagens e suas histórias, já que até agora não criei empatia por ninguém, mas estamos apenas no segundo episódio e estou gostando do que estou vendo. Algumas coisas me irritam como o jornalista e a vovó, que para mim são personagens totalmente descartáveis e alguns furos de roteiros que não passam despercebidos, mas vamos esperar para ver o que nos reserva o futuro. Por falar em futuro, rezo para que essa série não seja uma filhote de FlashFoward e se torne insuportável de assistir depois dos primeiros episódios…

  20. Matheus Alves
    Postado em 18/06/2010 às 21:28

    Primeiro, o que é um leitmotif?

    Bom, eu to gostando baastante da série, eu não olhei Lost, portanto pra mim essa história é nova, e não sei se vocês perceberam, mas o papel que a Janet recebeu não mudou só na hora em que ele se divide em duas frases.
    Quando ela recebe o papel escrito Kill Joe and You’ll go free, o You’ll ta em maiúsculo, depois quando ela olha o papel junto com a foto de sua filha, you’ll está minúsculo, e depois quando o Joe lê o papel, tá maiúsculo de novo. Esses ‘erros’, se realmente são erros me irritam bastante, que qualidade vai ter uma série que fica tendo esses erros tão aparentes. Mas eu to gostando da série, e acho que vai só melhorar com o tempo ;/

  21. Liza
    Postado em 18/06/2010 às 23:06

    Sobre o bilhete achei tão óbvio que foi deixado ali junto com a arma, a arma apareceu lá, um novo bilhete foi colocado… não estou achando a série tudo isso que as pessoas estão comentando mas tb não vamos achar erros onde não tem…

    Pra mim a série está mais pra Jericho que pra lost.

  22. junim Marques
    Postado em 19/06/2010 às 0:26

    Ja me prendeu a atenção essa série, acho q ela tá bem legal, gostei bastande dessa onda misteriosa, homem misterioso,luz,pessoas cheias de defeitos. Personagens legais – Janet, Joe e a Tori.

  23. Ewerton de Freitas
    Postado em 19/06/2010 às 16:20

    Liza, o bilhete ao qual eu me refiro como erro de continuidade, não é aquele no qual é especificado o vizinho que ela precisa matar. No começo do segundo episódio, antes dela receber a arma, ela tira um bilhete do bolso (teoricamente, o mesmo do jantar) e ele não é o mesmo, como mostra a foto. A dúvida é, mandaram outro bilhete pra reforçar o que ela precisa fazer? E depois, mandaram um terceiro especificando o vizinho? Ou foi apenas um erro de continuidade. Foi só uma observação, não foi uma crítica.

  24. Amanda Gomes
    Postado em 20/06/2010 às 23:31

    Confesso que comecei a acompanhar Persons Unknown por ser uma minissérie e o minímo que espero é que a série tenha um final decente.
    Pelo que foi mostrado até agora a série ainda pode ser muuuito melhor,a atuação é super regular, acho que o único destaque é a Moira,que me deixou desconfiada já no Pilot pois na hora que ela encontra o tal chip na perna dos outros em nenhum momento mostrou alguém olhando a perna dela.Neste segundo episódio também quando fazem a cirurgia caseira para retirar o chip não mostram o procedimento sendo feito na Moira.
    A série é muito fraca no cliffhanger, que até então vem sendo bem morninho.

  25. Alexandre Wesley Santos
    Postado em 22/06/2010 às 9:19

    O Cliffhanger tá bem besta mas a série até q me prendeu um pouco… tem que melhorar nas atuações também, o ritmo talvez esteja um pouco acelerado… é preciso valorizar mais a situação pra não cair no erro de flashforward.. no mais tá valendo a pena e eu vou continuar acompanhando pra ver no q dá =D

  26. Renan Duarte
    Postado em 22/06/2010 às 21:24

    Essa série vai ter q comer muito arroz com feijão pra chegar aos pés de lost.

    O bilhete foi um erro grotesco. E os atores são tão ruins que dá raiva. Não faz sentido aquele clima forçado de suspense. A personagem principal se movimenta em slow motion o tempo todo. Pelo amor!

  27. Diogo
    Postado em 23/06/2010 às 19:45

    @Renan Duarte
    Só reescrevendo sua frase:

    Essa série vai ter q comer muito arroz com feijão e depois vomitar tudo pra fazer igual a lost.

Deixe um Comentário

Nota: A moderação de comentários está ativada e pode levar algum tempo até que seu comentário seja aprovado.Você não precisa postar mais de uma vez.

Parceiros

Portal de Séries

Cine Séries

Box de Séries

Uêba - Os Melhores Links

Território Nerd

Teorias Lost

Planeta Disney: A magia disney como você nunca viu igual!

Cartas para Bial