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Direto de Seattle, Dra. Bailey chega à Los Angeles para arrasar corações, transplantar rins e nos dar um dos melhores episódios de todos os tempos de Private Practice.
Spoilers Abaixo:
Com o erro médico de Izzie em Seattle e prometendo um rim para sua paciente, Bailey vai até Los Angeles, que além de ser a cidade da Addison e toda sua equipe médica é também a cidade da irmã da paciente, mas como não poderia ser diferente, nem tudo foi tão fácil e se às vezes Private Practice peca por exagerar nos casos médicos, desta fez a série foi precisa.
Como tudo não seria fácil, Bailey tinha duas opções e ao lado do Sam, seu affair da Califórnia, teve que tomar a difícil decisão entre esperar um rim, possivelmente de doador morto ou transplantar o rim da irmã da paciente, que para complicar tudo, tem HIV. Bailey escolheu a segunda opção, preferiu arriscar, mas pelo menos manter a paciente viva.
Os reflexos de Bailey no episódio foram muito grandes e seus quotes os melhores – “Esse lugar parece uma novela” – ela só perdeu para o Cooper que acabou a chamando de baixinha e para tentar arrumar a gafe disse que era um elogio.
Desde o crossover da temporada passada em Grey’s Anatomy ficou evidente o clima entre Bailey e Sam e como esperado algo iria acontecer neste episódio. Algo tinha que acontecer! E Bailey e Sam QUASE se beijaram, claro, senão fosse pelo esforço mor da baixinha, que resistiu, mas talvez fique para um próximo encontro.
Bailey também reavivou em Sam a vontade de ser cirurgião, porque com este último episódio nos descobrimos que o médico quase foi um cirurgião de cardio e ela até ajudou Bailey em um procedimento que salvou a vida de sua paciente.
Mas apesar de Sam e todo seu lance com a Bailey, o encontro mais espero do episódio era entre Addison e Bailey, as duas amigas de Seattle e a chegada de Bailey foi em um momento complicado, aliás, não poderia ter sido em momento pior. Morgan, a mulher de Noah foi atrás de Addison e com isso a Dra. Montgomey ficou esperando algum julgamento de Bailey, que por sinal, não aconteceu, o que aconteceu foi um desabafo da médica de Seattle que disse que nem sabia mais beijar e que qualquer traição para ela é traição.
Com tudo e como o episódio todo não foi somente Bailey pra lá e Bailey para cá, ainda tivemos Cooper e Charlotte. E me digam que eles não formam um dos melhores casais do mundo das séries, principalmente pelo Coop que é um eterno apaixonado e vive fazendo declarações a Charlotte.
E Pete! Sim, Pete é o pai. E como eu queria que fosse o Sheldon, mas enfim, o escolhido foi o Pete e com Violet ainda negando o bebê ele continuará com o pai biológico e eu não vejo qual poderá ser a storyline para o Sheldon a partir de agora, mas espero que ele continue em Private Practice, mas, claro, não como um peso morto.
Com a participação de Bailey, Private Practice apresentou seu melhor episódio em uma temporada que já vinha vindo muito bem, agora é esperar pelo que está por vir e esperar que o nível da série não caia novamente.











Postado em 18/10/2009 às 15:44
Concordo com tudo que você disse!
Não sei se eu viajei demais, mas eu acho que esse affair entre Bailey e Sam e a descoberta de que ele era cirurgião da Cardio gera uma possibilidade de que Sam vá a Seattle, porque o SGH está precisando de um “Deus da Cardio” desde que o Burke e a Érica saíram.
EU adoraria ver o Sam operendo nas ‘ORs’ do Seattle Grace
Postado em 18/10/2009 às 20:01
Adorei a especulação da Sofia. Já era hora de termos um novo cirurgião cardíaco no Seattle Grace – Especialmente se fosse alguém conhecido e que mexesse com a Bailey. Seria ótimo. Mas voltando à PP: Mesmo com o tempo habitual sendo mantido (pouco mais de 40m), os episódios parecem curtos para que os dramas da vez possam ser explorados.
Quase não vi a Addie – que é a Protagonista! Ela apareceu, é verdade, mas fora o confronto com a esposa do Noah, ela só serviu de escada para a passagem da Bailey e pro desabafo do Pete.
Outra que anda mal explorada é a Naomi. Desde que mudou de andar no prédio, ela sumiu da série. Passagens corriqueiras tentando retomar seu lugar na vida dos amigos, mas ao invés de gerar simpatia, acaba irritando.
Gostei da storyline do menino com imunidade baixa, e devo ser do contra, por que gostei das cenas do Cooper e da Charlotte juntos. Morri de rir e foi fofo.
O que quero agora é ver se o Noah ainda volta ou se/como a Addison vai superar isso.
Ah, e finalmente consegui ter simpatia por uma ação da Violet quase no final do episódio, quando ela vai procurar a Nai. É isso. É uma série que quase desisti de assistir e que agradeço muito por ter ficado só no quase.
Postado em 18/10/2009 às 20:42
gostaria de saber se o crossover tbm passará em Grey´s Anatomy!!!