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A um episódio da sua despedida, Pushing Daisies continua magnífica…
Spoilers Abaixo:
Quem diria assistindo ao inocente (e magnífico) Pie-lette de Pushing Daisies, que em meio a todas aquelas cores, conversas rápidas (muito rápidas) e personagens peculiares escondiam-se alguns segredos. Agora que o fim se aproxima é chegado o momento de ouvirmos o simpático narrador da série dizer “The facts were this…” e explicar essas histórias. Só espero que de tempo para contar tudo.
É interessante que nos seus últimos episódios Pushing Daisies esteja dando atenção a seus coadjuvantes. Se no episódio anterior nós vimos um pouquinho da vida pré-PieHole da Olive, em “Water and Power” é a vez de Emerson e a história da sua filha desaparecida.
Os fatos eram estes (desculpem, eu não resisti): Emerson se apaixonou por uma ladra disfarçada de futura mulher de milionário, que ele fora contratado para vigiar, chamada Lila Robinson. Depois de contar a verdade a Emerson, Lila abandonou o noivo e prometeu deixar para traz a vida de crimes. Uma pessoa, entretanto, não consegue evitar sua verdadeira natureza por muito tempo e ela logo voltou ao mundo de crime e fugiu levando com sigo a filha do casal, Penny.
Todos esses fatos vêm à tona quando o milionário que Lila pretendia casar, ou melhor, roubar, foi assassinado e ela é a principal suspeita.
Gostei bastante de como toda a trama da filha do Emerson desenvolveu-se. Há algum tempo que os roteiristas incitavam a nossa curiosidade em relação a isso e, felizmente, as minhas expectativas foram atingidas. Lilá Robinson, foi mais uma aquisição para a galeria de personagens magníficas de Pushing Daisies. Uma ladra com tudo que o estereótipo pede: classe, inteligência, muitos truques, casaco, chapéu…
Quanto aos casais da série, sim casais no plural, porque agora além dos adoráveis Ned e Chuck nós temos também Olive e Randy…Enfim onde eu estava? Ah sim, quanto aos casais da série e a revelação do narrador sobre o Ned estar com ciúmes no final do episódio anterior, eu estou cada vez mais certa de que o ciúme está direcionado ao relacionamento sem grandes obstáculos entre Olive e Randy e não a própria Olive.
O novo casal, aliás, apesar de não ser tão adorável quanto o principal, já ganhou a minha simpatia. Foi bom os roteiristas terem tirado a Olive do estagio “apaixonada pelo Ned” ao qual ela estava presa desde o episódio inicial. E adorei o primeiro encontro dos dois. Nada melhor para se ‘conhecer’ que perseguir uma ladra suspeita de assassinato, muito mais divertido que jantar e ir ao cinema com certeza.
- Eu amo o jeito como todo mundo fala em Pushing Daisies. Tudo bem que não é nem um pouco prático e que às vezes dá um pouco de trabalho para entender, mas é tão, tão divertido! O mundo seria um lugar melhor se as pessoas falassem como Ned, Chuck, Olive e cia.
- Não sei onde eles arrumaram aquele garotinho do inicio, mas nossa! Como ele era parecido com o Emerson adulto. Não só fisicamente, ele imitava os trejeitos do detetive particular com perfeição. A cara dele depois de apertar o alarme foi impagável.
- Muito bom os advogados incapazes de mentir. O modo como eles falavam completando e contrariando uns aos outros… Genial, simplesmente, genial!
- Estamos no penúltimo episódio e por mais que eu tente evitar, um sentimento de melancolia se junta aos pensamentos felizes que Pushing Daisies sempre deixa após seus episódios. Já estou com saudades…










