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Depois de assistir a esse terceiro episódio de Royal Plains cheguei à conclusão de que, de fato, o que a série mostrará nos seus episódios será diferente do que imaginei que veríamos, após assistir ao episódio piloto.
Spoilers Abaixo:
Em nenhum momento da Première eu imaginei que a série seguiria a “linha House de Casos da Semana”, mas é isso que esses últimos dois episódios nos mostraram, com as “misteriosas doenças” da bailarina e do quarterback. Em ambos os casos os pacientes do Dr. Hank sofriam de doenças onde, a princípio, não se conseguia chegar a um diagnóstico e, após um flash, o médico chegou à cura de tais doenças.
Essa nova linha da série me decepcionou, já temos séries médicas suficiente seguindo esse modelo e que, convenhamos, são infinitamente melhores que Royal Pains. Pena ver que desperdiçaram “o diferencial” que Royal Pains mostrou em seu Pilot para mostrar o que podemos ver aos montes em séries do gênero. Atualmente pouco importa o fato da série se passar nos Hamptons (o único que se encanta pelo lugar, pra nossa alegria, é o Evan). O foco é no diagnóstico do caso em questão e, claro, não podemos esquecer os conflitos do Dr. Hank com seus novos “chefes” milionários. Na boa, até quando esse conflito de ideais do Hank vai aparecer na série?
Se essa falha terrível no roteiro faz Royal Pains decepcionar-me, porque eu ainda assisto a série? Simples, ela é caprichosamente bem feita (retirando a abertura, que é tosca), tem um bom elenco e alguns bons personagens, como o Evan e a Divya, um humor refinado e inúmeras citações pop.
Sobre o episódio… Foi até interessante o drama familiar da Eleonor Waldorf dos Everett’s. Uma história bem estruturada que, embora fosse super clichê, funcionou para fazer a ligação do caso a uma típica família dos Hamptons (se não fosse isso e as incríveis locações, poderiam me dizer que a história se passava no interior do Texas que eu acreditaria). E além do mais, esse caso da família Everett nos trouxe de volta a Divya, que estava sumida no episódio passado. Começamos a ver um pouco mais sobre a nova sócia do Hank, e acho que veremos muito mais sobre ela e sua família daqui pra frente.
E o ponto alto do episódio foi ver o teste que o Boris fez no Hank. Se o Hank deixar guiar-se por seus ideais e os sonhos do Evan, vai acabar chamando atenção desnecessária para o milionário que, como sabemos desde o piloto, quer manter-se “fora do radar”. Fazer a ligação entre Hank e Lucy Everett foi o teste necessário para julgar o nível de comprometimento do médico com a privacidade de seus novos clientes. Mas algo me diz que conflitos maiores virão no relacionamento entre os dois.
E claro, o elenco de apoio continuou sempre muito prestativo na função de não me deixar com ódio de ver o Hank. Evan foi fantástico como sempre, desde seu emprego como babá de cachorros a sua “festinha” na casa de Boris com as garotas. Em todas as cenas que ele aparece nós rimos muito (eu pelo menos). Divya também é muito engraçada, e faz um par ótimo com o Evan, além de ajudar o Hank a ser menos chato. Jill participou pouco nesse episódio, mas mesmo assim foi bom vê-la mostrando mais uma vez o seu comprometimento com o hospital. E o seu relacionamento com o Hank deu um mísero passo, espero que as coisas entre eles esquentem logo, porque eu não vou agüentar mais uma discussão “Quem você é Hank?”. Quem sumiu no episódio foram Tucker e Libby, mas eles aparecem no quarto episódio, pelo menos de acordo com o IMDb.
Bem, Royal Pains está se mostrando algo diferente do que eu imaginava no episódio piloto, mas continua sendo uma boa opção para um bom divertimento nessa época de poucas séries. É leve, divertida, interessante, tem um bom elenco, personagens bons, boas citações pop, um toque de luxo e glamour… Como disse, não é o que eu imaginava, mas continuarei assistindo e recomendando para os outros.
Pessoal, estive cobrindo o Tiago enquanto ele precisou se ausentar, o que abrangeu esses dois últimos episódios, mas agora ele já está de volta e voltará a fazer as reviews de Royal Pains a partir do próximo episódio. Então, nos veremos nos comentários das reviews e em outras que eu estarei escrevendo pro site. E recomendo que assistam as séries que postamos aqui, nessa época do ano é raro, mas de vez em quando aparece algo realmente bom.
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Postado em 29/06/2009 às 0:59
Não tinha escutado falar dessa série, mas pelo o que eu li não parece muito original.
Postado em 29/06/2009 às 22:46
na minha opiniao se fomos pensar em assitir séries com idéias originais, nao iremos assitir mais nada, pois sempre alguns fatos ou cenas vao se parecer com outras séries e isso é inevitavel pela grande quantidade de serie que tem no o ar ou que já foram canceladas.
E mesmo com alguns temas cliches ROYAL PAINS tem tudo para bombar .