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“We’d be good together, dont you think?”
”No.”
”Why?”
”I’d break your heart.”
”Or maybe I could break yours…”
”Nobody breaks my heart. In any way.”
Spoilers abaixo:
Quantos Freddies você conhece? Alguem inseguro, sóbrio (mesmo quando embriagado), que guarda tudo pra si e, mesmo quando explode, se segura. Intimista, pensativo, que quer que a vida não seja tão idiota a ponto de ter que chamar a própria irmã de gostosa ou de levar um soco do pai, que não tem o menor respeito por quem realmente é. Eu sou um pouco Freddie, prazer.
Antes que comecem a falar mal da minha amada Effy, tenho que defende-la. Por mais imaturo, insensível e estúpido possa parecer a traição dela com o Cook é preciso deixar claro o contexto em que isto está inserido. Primeiro temos toda a situação onde ela começa a perder o controle e demonstrar algum afeto real por um garoto, a pular num lago e a se arrepiar só por estar com o braço próximo ao dele, a Effy não é assim! E, com certeza, é difícil pra ela não ter esse controle. Além disso temos a separação de seus pais, afinal quem quer começar um relacionamento quando vê a relação mais estável (ou duradoura) que conhece ser destruída diante de seus olhos?
Mesmo sendo socado pelo pai, usado pela irmã, beijado pelo (ex) melhor amigo (esse beijo foi igual ao de Judas, antes de trair Jesus!) e traído pela (ex)(futura) namorada, o Freddie mantém a classe e não revida no meio da galera, só face a face. Ele é do tipo que reconhece seus erros (abandonando o skate e a maconha ao voltar a apoiar a família), mas quando acha que está certo é bom sair da frente. Chamou a irmã de vadia, deu uma cabeçada no Cook (fazendo o JJ surtar de tabela) e realmente espero que a relação dele mude bastante tanto com a Effy quanto com o Cook depois do fim desse episódio!
Dos outros personagens tivemos muito pouco, uma confusão da Pandora (Hamlet x Harry Potter) e uma ótima interpretação da Naomi sobre o livro de Shakespeare.
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