
Depois de toda confusão da semana passada, será que o programa voltará ao normal hoje? Ou seja, o líder será demitido?
O Viciante Mundo das Séries e Seriados

Depois de toda confusão da semana passada, será que o programa voltará ao normal hoje? Ou seja, o líder será demitido?

Este foi provavelmente o melhor episódio desta oitava temporada do Aprendiz. Não que a concorrência tenha sido muito forte.

E o líder caiu novamente. Na próxima prova é bom ficar de olho nas duas pessoas que se candidatarem ao cargo.
Lucas estava tão indignado com o pouco tempo dedicado as tarefas no programa que faltava pouco para ter um colapso nervoso. Para tentar amenizar um pouco este desconforto, ele resolveu fazer uma viagem ao Tibet e meditar com os monges. Por isso irei substituí-lo nesta e na próxima semana e torço para que ele volte mais relaxado para continuar com as reviews do reality.
Spoilers abaixo:

“It was the best of times, it was the worst of times”. Em 1859, Charles Dickens escreveu as primeiras palavras dessa review, endereçada aos fãs de The Apprentice por todo o planeta. Em sua décima temporada, o programa traz dezesseis candidatos que, no auge da crise econômica, perderam o sustentáculo de suas vidas. Alguns ainda trabalham, outros querem novas oportunidades… Mas todos estão indubitavelmente sedentos pela chance de se tornar o próximo aprendiz de Donald Trump.
Spoilers Abaixo!

“Eu fiz o que tive de fazer e concretizei tudo, sem exceção. Eu planejei cada caminho no mapa, cada passo em seu rumo, cuidadosamente. E mais, muito mais que tudo isso, eu fiz do meu jeito”.

À exceção do Series Finale de LOST, poucos episódios são tão odiados quanto os “recaps” do Aprendiz no Brasil. Você arruma os comes e bebes, ajusta o encosto da poltrona e, quando a novela finalmente acaba, vem o programa com “cenas imperdíveis, nunca antes mostradas”.
Na quinta-feira, contudo, vimos um episódio diferente: pode não ter agradado a gregos e troianos em geral, mas certamente acabou com o estoque de lenços da Helena. De Tróia. Pay attention, will ya?

Dov’è Philippo? Com as pontas dos dedos unidas e gingando as mãos pra frente e pra trás, venho aqui conversar sobre o episódio de terça-feira do Aprendiz Universitário. Andiamo!

Cai a noite. Enquanto você chega ao seu quarto, deixa as chaves e a bolsa em cima da cômoda e se prepara para tomar um banho, a tela do computador se ilumina. É um poço? É uma mulher caindo dum penhasco? Não. É o SérieManíacos trazendo a review do melhor episódio dessa edição do Aprendiz Universitário.
E dessa vez, eu falo sério. Por sinal… Não é o seu telefone tocando?

É seu aniversário? Então agradeça à Record por essa surpresa, esse presente inestimável. O episódio de terça-feira trouxe aos telespectadores um espetáculo de edição e de performance dos candidatos. Tão grande é a satisfação, que eu tenho de pedir uma calorosa salva de palmas. De pé, por gentileza.

Qual é o objetivo maior de um programa de televisão? Não é conquistar a audiência, suprindo demandas legítimas de um público qualquer? Não é se integrar à cultura de uma sociedade, usando a mídia para construir relações duradouras comigo e com você? Certamente que sim. O Aprendiz, enquanto reality show no Brasil, foi durante anos arauto do empreendedorismo, da preservação da qualidade profissional e de lições e mais lições sobre o mundo dos negócios, fornecidas alternadamente pelos conselheiros, pelo Roberto Justus ou pelos próprios candidatos.
Ao ver os episódios dessa semana, concluo que esse período já passou. O programa virou uma desculpa de si mesmo, chacota das redes sociais e sacrifício para uns poucos e valentes telespectadores.