
Enquanto os serials killers das temporadas não aparecem, um vilão parece ser inexistente, enquanto o outro está em vários lugares.
Spoilers Abaixo:

Enquanto os serials killers das temporadas não aparecem, um vilão parece ser inexistente, enquanto o outro está em vários lugares.
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Com flashbacks e uma estrutura diferenciada, ambos CSIs iniciam da mesma maneira: com o assassino revelado.
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Um assassino virtual e um parente de uma personagem conhecida pelos fãs de CSI mais velhos. Dois ótimos episódios, com duas ótimas tramas.
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A cidade de New York teve um final de temporada lindo, genial; já Las Vegas nem tanto. Porém, ambas tem ótimos começos, com nossos CSIs preferidos e muitos, muitos tiros.
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Os Crossover estão aí, e sempre que uma emissora quer promover alguma série faz um crossover para divulga-la entre os fãs de outras séries. Os fãs (eu incluída) adoram, já que é sempre alguma coisa nova, com roteiros sempre muito bons. Nunca vi um crossover que não fosse bom, você já viu? E pelo que podemos perceber até agora, essa temporada será cheia deles!

“Em uma cidade em que a indiferença sobre o outro prospera, uma garota é encontrada. Cabelos loiros, unhas feitas, corpo rígido, olhos espantados. Os peritos chegam ao local.”
Tal história poderia ser o começo de um novo episódio de CSI, assim como poderia ser um novo caso para o Instituto de Criminalística de Curitiba. A cena é a mesma, muda o que vem depois. Em Las Vegas, a área estaria isolada dos cidadãos com fitas amarelas “Do Not Cross” e os peritos chegariam com seus kits de alta tecnologia para analisar o local. Em Curitiba, a vítima estaria coberta com um lençol, os cidadãos estariam praticamente pisando nesse lençol e os peritos chegariam com seu kit básico e sua criatividade.

Durante muitos anos fui uma garota de Vegas. Sempre gostei das luzes, dos cassinos e da agitação. Nessa temporada, no entanto, me mudei para New York.
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