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De longe, o episódio mais competitivo de Top Chef Masters até hoje. Desafios consagrados, chefs habilidosos e um comeback cinematográfico. Bon appétit!
Spoilers abaixo:
Quatro concorrentes afiaram as facas para a batalha épica dessa semana: Michael Chiarello, dono do restaurante Bottega no famoso Napa Valley. Rick “Johnny Cash” Moonen, o experiente dínamo em frutos do mar. Nils Norén, cantor de reggae sueco e vice-presidente de Culinária Artística no Instituto Culinário Francês e, por fim, Lachlan M. Patterson, jovem chef do restaurante Frasca, no Colorado, e detentor do James Beard Award de 2008.
O quickfire foi um dos desafios que eu mais curti em todas as temporadas de Top Chef. A prova consiste em transformar junk food em fine dining, o que é um prato cheio para os amantes de bons temperos e frituras, tanto numa lanchonete quanto num restaurante de peso. Chiarello escolheu os fish sticks, Lachlan pegou os hot dogs, Moonen ficou com os corn dogs e Norén decidiu pelos fried shrimps. Eu sou alérgico a camarão, mas eu esperaria uma hora que fosse por qualquer das outras deliciosas opções.
O último comentário, é claro, vem em razão de termos, nessa temporada, o primeiro competidor que não conseguiu servir a comida dentro do tempo da prova (45 minutos), zerando no placar inicial. Pelo que o Rick Moonen estava fazendo, eu tinha quase certeza de que ia ser uma delícia – pena que o prato dele não chegou a ser servido aos jurados (os quais, por sinal, me pareceram umas prima donnas, sendo bem sincero). Chiarello com quatro estrelas e meia assume a dianteira – os outros dois chefs ficaram com três estrelas cada.
Por sinal, dos pratos que foram servidos, o do Chiarello realmente me pareceu o mais apetitoso.
No elimination challenge, os quatro chefs foram surpreendidos com a hercúlea tarefa de, sozinhos, criar e servir três hors d’oeuvres para cada um dos 100 fãs de Top Chef presentes em uma recepção organizada especialmente para a prova. Três coisas me surpreenderam nessa prova: a primeira é que ninguém usou nitrogênio líquido (pô, até o pessoal daqui de casa tá usando). A segunda foi ver o paladar do James Oseland sentir gosto de carne em morangos.
A terceira merece um parágrafo próprio. Senão o de maior sucesso, um dos chefs que melhor conseguiu surpreender os jurados e o público num elimination challenge de TCM foi o Rick Moonen. Três pratos criativos, bem executados e impecáveis. Os jurados ficaram impressionados e o resultado foi bem legal: os escores desse desafio de per si dariam ao Rick a vitória.
O problema é que o Chiarello não foi mal. Com as quatro estrelas e meia que ele tinha de vantagem sobre o Rick, não houve como o Johnny Cash vencer. Mas que a briga dele pela vaga nas finais foi bonita, isso foi.
E vocês, caros e fiéis leitores? Estamos nos aproximando da finalíssima. Quem é seu favorito? Comentem, s’il vous plaît.











Postado em 21/07/2009 às 15:24
Tb achei esse o time mais equilibrado até agora. Michael Chiarello pelo oq eu entendi é um “famoso” chef de tv, Rick Moonen tem TRÊS restaurantes em NY e outro em Vegas, Nils Norén o fodão do Instituto Culinário Francês e Lachlan M. Patterson o young thread.
Se não fosse a sobremese defumada do Nils Norén eu acho que ele ganhava e se Rick Moonen tivesse mandando seu corn dog no quick fire ele teria ganhado. Foi o episódio mais equilibrado mesmo. Gostei bastante.
Postado em 22/07/2009 às 20:52
Dessa vez vc comentou rápido demais, eu ainda não tinha terminado de baixar o episódio
Gostei do episódio e dos concorrentes mas não sei, já estou enjoando do Master pq a gente fica sem se apegar a alguém e torcer pq todo episódio é uma turma nova e não vejo a hora de juntarem os vencedores!
Adoro a parte do quickfire e sou totalmente fã do Harold da primeira temporada onde ele fez o ceviche de pipoca inesquecível. Qdo ele pegou a pipoca eu nunca imaginei que iria virar algum prato requintado afinal pipoca é pipoca, não dá para misturar com nada!! Bom, relembrar esse quickfire foi muito bom e ver algum Master não concluir o desafio é melhor ainda. Ele podia ser bom, mas precisava ser rápido…fiquei com pena, mas tb gostei de ver um chef numa situação beemm diferente.
Apesar da disputa ter sido bem acirrada não consegui me animar tanto com o desafio final. Tudo tinha cara de gostoso mas não me empolguei, podia ter sido uma tarefa mais desafiadora. Só morri de inveja de não estar presente como fã do Top chef e provar todos os mini pratos!!
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Quero logo o desafio final.
ahh, tb não aguento mais o nitrogênio líquido!