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Depois da apresentação dos novos cenários e personagens é hora de desenvolver tudo isso.
Spoilers Abaixo:
Eu leio direto o pessoal chamando o Guillermo de U-Turn 2.0, não concordo. Nesse segundo episódio o cara se mostrou interessado em investir de verdade no desenvolvimento da Nancy. Fala sério, não é todo gângster que paga alguém só pra ver como ela se sairia. Claro que ele se resguardou, colocando aquela câmera-Jesus, hilário, diga-se de passagem, mas não vem ao caso. Tomara que ele não tenha um fim tão cedo como o último que tentou treinar a mamãe Botwin, já que essa relação pode ser muito bem explorada na série.
Os “filhinhos” se mostraram bem mais crescidinhos, não? Aquela cena deles usando a banheira como estufa pra maconha foi demais, a cara que a Nancy fez quando o Shane falou pro seu irmão: “Suck my dick” (sem tradução para menores de idade) foi impagável e constrangedor. Ele trocando a frauda da avó foi bem nojento, mas foi bom ele ter ficado sozinho.
Só assim nós iríamos descobrir um pouco mais da vida do Andy e sua relação com o seu pai, além de quebrar aquele estigma de o Judah ser perfeito. Só existe um jeito de mostrar como Mary-Louise Parker é boa atriz, deixando ela sozinha em cena. E ela estava simplesmente demais em todo o percurso, ida e volta, para o México. Aquele espanhol enrolado foi muito divertido de se assistir, talvez por me fazer lembrar de certas situações que eu mesmo passei. O seu fascínio por aquela bebida estranha é incompreensível, mas valeu a pena só pra ver ela fazendo xixi no copinho e mostrando pro policial que não era bebida alcólica.
A Celia deu um showzinho a parte também, eu senti até pena dela, mesmo depois de tudo que ela aprontou. Ela como a “garota especial” para o resto das “meninas” da cela e sua conversa com sua advogada sem noção foram os pontos altos da sub-trama. Não sei como eles vão conseguir juntar as tramas, mas boto fé que vai dar certo. Enfim, excelente episódio, só senti falta de “Little Boxes”…










