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Só consegui ver esses dois episódios ontem, então desculpem a demora em comentá-los!
Spoilers abaixo:
O relacionamento da Nancy com o Esteban ganhou um tom mais bonitinho e romântico, algo que eu não esperava. Não acho, porém, que ela vai deixar ele cuidar da vida dela do mesmo modo que o Judah cuidava, pois, querendo ou não, ela aprendeu que as pessoas não ficam em sua vida para sempre e que ela tem que saber se virar.
A conversa dela com o Shane e com o Silas foi simplesmente lindo de se ver. Duas versões do mesmo problema, em duas conversas paralelas totalmente sincronizadas com uma edição primorosa. Eu bem que esperava ver o tio Andy conversando com o Shane do jeito que só ele faz, mas só seu papo com a Nancy dizendo que nunca tinha feito uma coisa dessas porque a mãe dele era muito feia já me deixou satisfeito.
Graças a Deus esse assunto foi encerrado, pelo menos com relação ao Shane. Ele fica bem como o fodão da escola, não fica? E, outra coisa, será que ele realmente foi a fundo naquele treesome ou não? Eu, sinceramente, espero que não. Sei lá, talvez ele não seja a criança mais inocente do mundo, mas, ainda assim, não deixa de ser uma criança…
O idolatrado El Andy, novo herói dos mexicanos teve seu ápice quando foi defendido na batalha contra o outro coiote, mas já deu o que tinha que dar. Com o encontro dele e do Doug com a Maria Mermex e da descoberta do desfarce do Doug pelo patrulheiro amante de alterofilistas, essa história de Moisés dos latinos deve terminar por aqui mesmo.
Silas… blah. MILF, mãe do Raj, babá do Raj e… kbô! Seriously, eles precisam dar um objetivo de vida pra ele. Tudo bem que ele está saindo da adolescência e entrando no “mundo adulto” e, por isso, está sofrendo com as mudanças e bla bla bla, mas o Shane é bem mais novo e tem muito mais noção sobre o mundo do que ele. Fora que ele sempre quer apressar as coisas com suas namoradas e, dessa vez não foi diferente. Morar junto já passou dos limites.
A Celia ainda é a que mais me faz rir. Seu vício e sua intervenção foram tratados de forma rápida mas muito divertida. E, quem diria? A única pessoa que faz a Celia parar com a sua loucura e ter um lapso de consciência é alguém exatamente igual a ela: sua mãe!
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