Hung – 1×07: The Rita Flower or the Indelible Stench

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Hung 1x07

No episódio mais arrastado da série, Hung ratifica o que eu venho falando há algum tempo: tramas pobres em conteúdo e resoluções simplórias é o máximo de roteiro que encontrará por aqui. Mas pelo menos continua divertidinha.

Spoilers abaixo!

O grande problema do Ray não é aceitar a profissão de prostituto que escolheu, ele não tem nenhum problema em suas performances, por assim dizer. O que ele não aguenta e ser tratado como um prostituto quando há um interesse maior por trás. A Jemma já entendeu o caminho que o Ray está começando a trilhar e já deu um jeito de sumir da vida do cara. Só espero que essa não tenha sido a última vez que vemos a nova paixão do nosso protagonista, o sumiço dela foi muito repentino e não deu nem pra deixar um conflito pro mais novo puto da praça.

Falando nisso, o Ray tentando conseguir suas próprias clientes foi divertidíssimo. Ele é um loser completo e não tem o menor jeito pra cafetão. Pelo menos ele descobriu isso a tempo e fez as pazes com a Tanya. A vizinha tarada fez ele pensar o contrário por um instante, mas só por um instante. Quando ele pensou ter encontrado uma cliente potencialmente frequente, ela deixou claro como um irá “coçar as costas” do outro. Não era exatamente o que ele tinha em mente, mas é melhor do que nada.

Num mundo perfeito a Tanya seria uma derrotada na vida pessoal e uma cafetina de primeira – assim como é no mundo das drogas com o Walter White, de Breaking Bad. Como nem tudo funciona como a gente quer, a entrada do Pierce foi essencial para a poeta ganhar certa auto-estima e virar o jogo. Ele não parece ser bem-sucedido nem nada do tipo, mas possui uma confiança incrível (inclusive no seu projeto pessoal de transformação daTanya em sua versão feminina).

Rhea Perlman faz um trabalho incrível como a mãe da Tanya, vale ressaltar. Na verdade tanto ela quanto aquela trupe de intelectuais parecem ter saído de um episódio de “Twilight Zone”, de tão bizarros que são. O mais interessante é que a mãe, ao contrário do que diz a filha, me pareceu bem aberta ao trabalho da filha e, mesmo com uma poesia horrível, abriu a roda de discussões. Fiquei feliz em saber que aquele poema tinha sido escrito há anos, do contrário a Tanya morreria de fome.

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  • Lucas

    Equipe seriemaniacos, vcs estao precisando de novos redatores?
    queria me focar em varias series novas e algumas que estreiam novas temporadas.
    Gostaria de fazer o review de :
    Ugly Betty
    Greys Anatomy
    Desperate Housewives
    Gossip Girl
    Skins
    The beautiful life
    The cleveland Show
    Vampire diaries
    se vcs nao quiserem respondam meu comentario sem problemas ok.
    Se vcs quiserem me mandem um email e me respondam no comentario tbm (rs)
    Obrigado.

  • http://www.twitter.com/MichelArouca Michel Arouca

    Eu estou ficando cada vez mais desanimado com Hung. Não consigo engolir essa atriz que faz a Tanya. Não gosto nada dela. Sem falar que a trama está num verdadeiro emapata foda! hehehe

    Lucas, eu te mandei um email ontem. Não chegou?

    Abraço

  • Lucas

    Respondi o email.
    OBG

  • Thiago Silva

    o correto é “loser”, com um “o” apenas, e não “looser” como foi escrito no review.

  • Fábio

    HUNG tem se confirmado como a eterna grande promessa de uma boa série que nunca acontece.

    The United States of Tara seguiu um caminho semelhante, uma série com todos elementos perfeitos, mas que não cativava. Só que da metade pro fim, encontrou o seu lugar. HUNG já passou da metade e não tenho tanta certeza se terá algum papel importante entre tantos seriados.

  • http://www.seriemaniacos.com.br Daniel Barcelos

    Corrigido, Thiago!
    Obrigado!

  • Silvia_05

    A hora é agora – Hung precisa encorpar, senão vai pro brejo.

    E a coisa que mais me irrita é a Tanya nutrir uma esperança pelo Ray. A essa altura do campeonato, isso já era prá tá resolvido. Ainda mais que ela encontrou um carinha. Business is business.

    Tua comparação com Breaking Bad é ótima. Mesmo sendo “lugar comum” nas série, o loser que se dá bem num mundo paralelo, isso nos motiva porque realmente acontece na vida real.

    Se enquadrar num “esquema” não é prá todo mundo. E a gente tem outros talentos por serem descobertos. Sejam eles legais ou não.

    De qualquer maneira, falta muito prá Hung atingir a qualidade de Breaking Bad, que já considero excepcional.

    Mas a idéia é boa e eles precisam dar uma acelerada, ou melhor, uma amadurecida – seja nos personagens, seja no texto.

    Chuck começou bobinha e se deu conta do potencial. Definiu seu estilo e aperfeiçoou os roteiros, chamou gente bacana e vai pruma 3a.temporada.

    Espero que Hung siga por aí. Senão, acaba “queimando o tema” e tudo o que vier depois dele terá sabor requentado.

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  • http://blogdovinicius.wordpress.com/ Vinícius P.

    Também achei esse episódio um tanto arrastado, estava contando os minutos para terminar. Entretanto, gostei da trama envolvendo a Tanya, a Jane Adams continua ótima.

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