No Ordinary Family – 1×02: No Ordinary Marriage

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Quando o Pre-Air de No Ordinary Family ficou disponível eu assisti ao episódio e tive uma grata surpresa. Agora, depois de ver o 2º episódio, não estou tão certa disso.

Spoilers Abaixo:

Entendam bem. Eu gostei dessa continuação, moderadamente. E só. Meu problema está apenas no pensamento de que a série vai seguir um caminho óbvio e não sei se estou interessada nisso. Talvez seja uma péssima mania minha essa de tentar montar nos pensamentos como uma série pode se desenvolver e no caso de No Ordinary Family, prevejo tanta patacoada, que resolvi deixar a produção em estado probatório.

Verei mais uns dois episódios até decidir se fico ou não para ver a temporada toda. E se meus instintos mostrarem que sou tão capaz quanto os roteiristas para escrever a história, paro na mesma hora, porque sem elemento surpresa, não vale apena.

Imagino que logo Jim e Stephanie unirão forças contra o crime. E num dado momento, terão de tomar a difícil decisão de incluir os filhos no grupinho de super heróis, assim todos lutarão contra o crime e as injustiças, combatendo o grande vilão da série e patrão de Stephanie, o Dr. King, que tem seu próprio staff de malfeitores e está por trás dessa história de super poderes na água luminosa de Belém.

Honestamente não vejo como a série pode fugir disso e for isso mesmo, muito obrigada. Passo a vez. Também não sei se terei paciência para ver longas cenas de corrida em câmera lenta, saltos destruidores, contas que se resolvem no ar e a babaquice da leitura de pensamentos.

Esse episódio se constitui exatamente desses elementos. A família ainda descobrindo do que é capaz, brigando contra o que a razão manda e a formação de alianças com George e Katie.

A colega policial de Jim já foi para o saco, numa cena vergonhosa de revolver voador. O pior é que usaram a coitada nas fotos promocionais, só para se livrarem dela no comecinho.

É claro que não quero gongar a série gratuitamente, mas por enquanto, é isso o que posso fazer. Infelizmente, ao que parece, No Ordinary Family soube me enganar bem com o Piloto, mas não vai me prender por mais tempo com esse roteiro porcaria.

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  • João Paulo

    Demorou essa review, mas enfim concordo Camila se ficar óbvio demais tb vou largar, tava legal e tudo, mas se ficar na mesmice não adianta, vo dar mas três episódios pra ver o q vai rolar depois decido se sigo ou não……….será não nenhum roteirista em Hollywood q saiba fazer uma boa série sobre superheróis comuns Heroes começou boa e depois virou um lixo e essa agora tá comum demais então quem poderá nos defender…………..Chapolin Colorado

  • http://twittwer.com/psycobozo Psycobzo

    Pois é, os atores principais são bons, mas não dá para fugir dos clichês. No final das contas a família unida é que poderá vencer os inimigos e fora aquele bla, bla, bla de que os filhos não podem entrar e assim que descobrirem a cura eles param com os poderes. Pois é, vamos ver o que reserva os próximos episódios pra ver o que vai dar. Mas que aquela ceninha da arma lembrou o Sylar de Heroes, ah, isso lembrou hein!!!!
    É aquela coisa, para quem é viciado em séries, fica fácil fazer as correlações com cenas que a gente já viu em outras séries… tô naquela, para diversão tá bão, vamos ver no que vai dar.

  • jovibotrel

    2 episodios e vc ja ta traçando a sua propia reta para a historia.

  • Rubens

    Eu ainda levei fé em No Ordinary Family porque pensei que seria uma sitcom (diziam que seria semalhante à animacao “The Incredibles”, da Pixar). Mas depois que soube que seria uma serie “séria”, ja foi possivel prever que seria ruim. Como se pode levar a sério um programa com um plot ridiculo desses, de familia que ganha superpoderes unida?

    Mesmo assim assisti ao piloto. O inicio foi interessante, mas a partir do momento que apareceu outro “super” bandido, e mostraram o que parecia que seria o vilão da série, foi possível ter as certeza que seria uma bomba, provavelmente com repetitivos episodios com “o freak da semana” e coisa tal… Não dá para fugir dessa bobagem em uma série de episodios semanais.

    Passo. Vai ser um dos micos da temporada.

  • Roberto

    Vai seguir os mesmos passos de Heroes…infelizmente….

    Tambem achava o pre-air promissor,mas concordo com o review.

  • llll

    gostei desse episodio mais comparado ao piloto esse foi muito ruim mas vou continuar acompanhando a série

    obs:gente é uma série de super-herois, é claro q uma hora a familia inteira vai combater o crime

  • Eduardo

    Aff… n achei q a serie tá tão ruim assim como vcs dizem. O pior é que o pré-conceito de vocÊs pode fazer vcs julgarem a serie pelo que ela não é ainda. A serie mal começou e vcs ai falando do quão ruim será.E vc ainda acha que a detetiva lá morreu? Acho que não….

  • André

    Uma série sobre superpoderes e babaquices levadas a sério… Isso me lembra os Mutantes.

  • Felipe

    Olha, discordo de vc totalmente

    espero que a serie siga esse caminho
    mostrando as dificuldades e facilidades que os poderes trazem

    concordo com o eduardo, não acho certo ficar adivinhando o que a serie vai se tornar

    vou continuar assistindo, pq mesmo sem graaandes misterios, a serie conseguiu me prender

    mas vou assistir fazendo minhas teorias
    sem que isso me suba a cabeça

    e espero que vcs possas assistir só pelo entretenimento tambem

  • Eduaro

    Concordo com o Felipe, cara a série não usa nenhum tema assim tão original, porém vale lembrar q tema de super herois são os mais dificeis de serem trabalhado, ex: temos ai Heroes. AI vcs dizem “ah, mas Smallvile é legal”, Smallvile já tem o nome do Superman que existe a mais de 50 anos.

    Mas vou continuar aocnpanhando e esperar q ela não deslize como aconteceu com Heroes, que aliás um dos motivos que Heroes não foi pra frente foi porque eles só se enfrentavam entre eles(os caras com poderes), vale lembrar que super herois combatem o crime e espero q eles abordem essa linha.

  • Lucifer

    Pela lógica da resenha, sua autora vai deixar de assistir séries sobre hospitais, porque o tema é repetitivo e cheio de clichês.
    Também vai abandonar as séries policiais pelo mesmo motivo.
    Não vamos esquecer também das sitconms sobre famílias no mesmo bolo.

    Não sei se dá pra levar a sério…

  • http://twitter.com/_dehh .Deh…

    Não me animei muito com esse episódio, mas sei lá, vou ver o que vem por ai.

  • surenã

    é camis,eu tambem achei super intediante essas cenas da mulher correndo em camera lenta…eu ja estou tão acostumado com series de pessoas com super poderes que essa só é mais uma com o seu destino traçado,e aquela cena da arma no ar foi bem tosca mesmo.

  • http://www.sem666palavras.blogspot.com Sr. Saco de Papel

    Acho que foi mesmo um episódio bem mediano (talvez de transição, afinal, é início de série e nem todas são uma “Boardwalk Empire” da vida), mas os motivos apontados no review não são bons o suficiente para abortar a missão. Séries como NOF já largam com essa premissa linear (a dos heróis combatendo outros superpoderosos) que a Camila abordou e esperar algo muito diferente disso será, certamente, motivo de frustração.

  • Lu VC

    O preair foi bom. O piloto com os 40s adicionais foi preocupante, e o 2o ep idem. Pra mim não tem problema ter clichê o problema é ter clichê ruim. A série ainda não tem temporada garantida e por isso deveria ser mais eficiente em prender a atenção de quem assiste. E isso não acontece com NOF, pelo menos pra mim ainda não aconteceu.

    Agora, eu “não sei se dá pra levar a sério” alguns dos comentários do post. :)

  • KCley

    Pessoal, não vão dando sentença de morte para uma série com base em dois episódios. Para quem não sabe, Greg Berlanti, um dos criadores desta série, aborda muito bem as questões e dilemas familiares. Para quem não sabe ou não lembra, ele foi um dos criadores e roteiristas das ótimas séries Once e Again (série que mostrava os desafios de uma mulher madura e com filhos reconstruindo sua vida ao lado de um um homem igualmente com filhos) e Everwood (série dramática de um médico “workaholic” e negligente com sua família que se vê forçado a repensar sua vida e o modo como lida com seus filhos após a perda de sua esposa num acidente). Ambas as séries ficavam longe de serem superficiais e tratavam de temas familiares muito complexos. Creio que Berlanti também fará o mesmo com No Ordinary Family, uma vez que a família possui problemas a serem resolvidos e isso não será contornado do dia para a noite. O fato de os integrantes terem habilidade é um pano de fundo para atrair os telespectadores para abordagem de temas familiares relevantes. Sou fã de Berlanti e acredito que fará um bom trabalho. Portanto, não se apressem em julgar.

  • http://www.twitter.com/PHS_777 PEDRO 777

    O q eu não consigo entender é como um ser humano começa a baixar ou ver a série se não gosta do PLOT?
    Acho q essa série será boa,gosto dessa “babaquice” de cenas de ler pensamentos,acho q quem não gosta da série e considrea os elementos principais dela” BOBEIRA” não deve assistir ou comentar ou mesmo fazer Rewiew!
    GOSTO DA SÉRIE. é boa e inovadora partindo do presuposto q não existe e nem nunca existiu uma série parecida(salvo Heroes q é um pouco parecida).
    QUERO q a série siga inovando como vc Camila,não quero nada obviu d+,EEEEEEEENTRETANTO verie a série até ser cancelada ou eu parar de me divertir com ela.se ela for ruim e eu continuar me divertindo verie até o fim.

  • http://www.twitter.com/carolaocubo Carol

    Concordo com o Pedro, até entendo o ponto de vista da autora, mas é importante gostar do plot. Quem não gosta desse tipo de cena de herói, saltos impossíveis, câmera lenta, números se juntando… Não gosta de uma das coisas principais da série.
    Esse é o tipo de série que ou se assiste pelo drama familiar, ou pelos poderes não tão inovadores assim. De qualquer forma, acho que ao ler uma sinopse que seja, já dê pra se imaginar que esse tipo de coisa vai aparecer o tempo todo, e nem começar a ver a série.

  • Lúcifer

    Pronto. A Carol e o Pedro tocaram exatamente no ponto.
    Se o tema é super-heróis, claro que vai haver muitas cenas demonstrando os poderes deles, e quem assiste já deve esperar algo assim.
    Nenhuma série vai atingir todos os públicos, e quem não gosta de determinado tema dificilmente vai gostar com eventos típicos de uma séria sobre o assunto.
    Por isso eu falei anteriormente de séries sobre hospitais, policiais e sitcoms.
    E por isso continuo “não levando a sério” (rsrsrsrsrs).

  • Emily

    Perdão, mas como review o texto foi péssimo. Esperava alguma crítica sobre a relevância do episódio, não uma declaração de como a série é ruim pela possibilidade de seguir esse ou aquele caminho. Gostei do episódio? Mais ou menos. Mas não tem como se falar que a série inteira é ruim por causa de um episódio morno que é apenas o segundo da primeira temporada. Lamentável esses comentários.

  • http://twitter.com/ericenrique Eric Enrique

    Essa foi uma das minhas estréias favoritas da temporada, boa parte desse meu gostar vem da Julie Benz, mas não é só isso. Acho que o sucesso da série vai ficar em querer apenas abordar o simples. Eles alteraram os poderes dos do filme pra transformar a experiencia mais simples e menos caricata.

    A cena que a julie devolve a bola pro marido dela derrubar o vizinho foi SENSACIONAL. São cenas assim que eu espero.

  • Daniel Junior

    Péssimo episódio, a verdadeira enxeção de linguiça. É uma pena, porque os atores são ÓTIMOS, mas o texto é ruim e o roteiro absolutamente previsível. Mas, pode sim, conquistar uma legião de viúvos e viúvas de Heroes. Ao menos, filosofa em gotículas e não em forma industrial, como era o caso da série de Tim Kring.

  • Daniel Junior

    Parabéns aos leitores e seus comentários. São razoáveis e bastante atentos. Mas não crucifiquem a autora do review; o episódio foi tão chato que fazer um resumo daquilo que “todos” já viram (ou seja repetir o episódio pelas partes + importantes) não é necessariamente a maior característica de uma resenha. Parabéns a todos.

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