
“Better buckle up…. Adventure Calls”
Spoilers Abaixo:
E assim começa Pan Am, uma das apostas da ABC nessa fall season.
Muitas foram as comparações entre Pan Am e Mad Men, mas não foram essas comparações que me atraíram a assistir a série, já que eu não assisto Mad Men, e pelo que eu entendi, a comparação se deu pelo fato que ambas as séries se passam nos anos 60, mas enfim, o que me atraiu na série foi uma coisa: Christina Ricci. Sou fã dela.
E então, eis que tive uma surpresa: como pode o nome com peso maior da série, a suposta protagonista, ser a que menos aparece no episódio piloto da série? Até aí tudo bem, pois a série se mostrou interessante, e na realidade, quando terminei de assistir, nem sentia mais falta da Christina.
Eu só queria saber quem era Bridget Pierce, o que aconteceu com ela e porque ela teve que sumir. Todas essas questões invadiram minha cabeça, e claro que essa foi a parte da série que mais me atraiu, mas isso também pode ser pelo fato que eu sou fã de séries como Fringe, Supenatural, Misfits, Roswell e Arquivo X e sou propensa a adorar e agarrar qualquer vestígio de conspirações e mistérios.
Mas calma lá, vamos desde o começo:
A Pan American World Airways, foi a principal companhia áerea dos Estados Unidos da década de 1930 até seu colapso em 1991, e a série mostrará os voos inicias do “Clipper Majestic”, Cia nos anos 60. E assim no primeiro voo, De New York a Londres, somos apresentados a tripulação. As aeromoças Colette (a francesa safadinha que adora ter casos com os passageiros), Laura (a menina linda que quer ver o mundo, ao invés de se contentar com uma vida típica, e então resolve fugir no dia do seu casamento para seguir a irmã e virar aeromoça), Kate (irmã de Laura, que tenta não ser sempre ofuscada pela linda e perfeita irmã e por isso virou um tipo de aeromoça James Bond) e Maggie (a Christina que me desculpe, mas foi tão assim que eu nem tenho como descrever a personagem, tendo como base esse piloto). O piloto/capitão Dean (em sua “estréia” como piloto líder) e o Co-piloto Ted (o mulherengo e alívio cômico).
Eu não entendo nada de aviões, comissárias e pilotos/capitães, mas tudo bem, afinal esse não será o foco da série. O foco será a vida dessa tripulação dentro e fora dos aviões, seus sucessos, fracassos, amores, segredos e tudo mais que se têm em uma série de drama.
E desde que Mad Men virou um sucesso, a curiosidade pelos anos 60 está aí de volta. E nisso Pan Am promete ser um prato cheio, retratando de forma nostálgica essa década, com todo seu glamour. Lembram quando comissária de bordo era sinônimo de classe e liberdade feminina? Já que para ser uma, era necessário saber falar vários idiomas, ter estudado muito, quase uma modelo de beleza e ainda dominar a arte da etiqueta e classe? Pan Am está aqui para nos lembrar, ou para alguns mostrar isso.
Mas como nem só de Christina Ricci, glamour, nostalgia e passeios em cidades como New York e Londres vive uma série, os criadores logo soltaram a pimentinha, que, como eu disse no começo dessa review, me fez querer assistir mais: Bridget Pierce, agente da Mi6 disfarçada de aeromoça, ou aeromoça disfarçada de agente da Mi6?
Bom, de qualquer forma essa história,em minha opinião, será o plus da série e eu quero saber como e porquê a Mi6 estava recrutando aeromoças em plena Guerra Fria. E ainda mais, porque a Bridget precisou ser substituída por Kate? Por que ela precisa desaparecer?
A mais pura verdade é que eu ainda não tenho uma opinião formada sobre Pan Am, pois o episódio fez o que justamente um piloto serve para fazer, mostrar a série, e sua direção. Tudo vai depender de como será desenvolvida as histórias do grupo e individuais, especialmente, pra mim, a história envolvendo a Mi6 e seus fetiches por belas aeromoças.
Estou torcendo por Pan Am. E vamos apertar nossos cintos e esperar a aventura prometida.
OBS:
- Não sabia que a tripulação de voos comercias também resgatavam exilados, só os EUA mesmo, aproveitam qualquer coisa pra meter o bedelho;
- Minha maior atenção dada para Christina Ricci e sua Maggie nesse piloto foi o fato que na primeira vez que ela apareceu seu cabelo estava mais comprido do que quando chegou no avião. Quando ela teve tempo de cortar? No helicóptero?
- Acho que se as aeromoças/comissárias de bordo da Pan Am da década de 60 encontrasse as aeromoças/comissárias da Gol, iam morrer de desgoto. Viram como as moças da Pan Am andavam? Acho que as comissárias/aeromoças deviam voltar à andar assim, pelo menos ia ficar mais engraçado ficar esperando no aeroporto.
- É aeromoça ou comissárias de bordo. Alguém me ajuda?