
Quer mais um pedaço dessa torta de massa crocante? Aguarde pelo retorno de Pretty Little Liars. –A
Spoilers Abaixo:
Estou encarando o –A mode pela última vez nessa Summer Season cheia de satisfação. Entre muitos absurdos saborosos e boa quantidade de enrolação eis que chegamos à Finale de PLL, que foi, por assim dizer, uma sucessão de sambadas nas nossas caras, algo que eu não esperava mais ver antes das estréias da Fall Season.
Sofremos bastante com alguns momentos ruins dessa trama, mas não dá para negar que nos divertimos muito com –A, nossa melhor amiga, donas das artimanhas mais geniais e poderosas de toda a TV mundial. Digo isso com sinceridade.
Apesar de tudo, não nego que todos esses elementos bizarros de Pretty Little Liars sejam, no mínimo, engraçados de ver. Quem, assim como eu, resolveu aceitar a –A que existe em cada um de nós, está rindo à toa de toda essa palhoça, sem nem pensar em largar um mistério tão fabuloso como esse.
Meu primeiro choque veio no minuto inicial do episódio, com a volta do detetive desaparecido. Não tem como não amar uma série que tira um personagem da história sem explicação no começo da Season 1 e o trás de volta, mais de vinte episódios depois, DO NADA, só pelo shock value.
Meu queixo foi ao chão e voltou umas cinco vezes com essa, mas eu não imaginaria que ficaria com a mandíbula prejudicada depois de sucessivas surpresas, uma mais deliciosa que a outra. –A não poupou esforços e mandou bonecas megaevil para destruir a vida das Liars da forma mais bonita possível: usando-as contra si mesmas. Teve casamento desfeito, plágio, final dramático de namoro e até beijo lésbico no além, com a própria Alisson. Se isso não é roteiro genial eu devo ter perdido a noção das coisas.
O mais legal de tudo é saber que a famigerada Drª Sullivan não apenas sobreviveu, como ganhou uma graninha para se fazer de desaparecida. Jenna e o policial sem nome (Encerro essa metade de PLL orgulhosa de mim mesma por não procurar saber como se chama o dito cujo. –A) aparentemente são os assassinos de Alisson, mas quem sabe? A qualquer momento isso pode mudar, porque essa é uma série, digamos assim, “flexível” em seu enredo.
Para mim, há ainda mais suspeitos a observar. Jason é carta fora desse baralho. Acho que está provado que ele tem interesse em descobrir as maldades da irmã e ficar com Aria de brinde. A gente agradece se isso se concretizar no retorno de PLL, porque chega de Ezra e sua falta de coragem em assumir o que faz. No entanto, vale ficar de olho no pai de Spencer, que tem mesmo rabo preso nessa história.
Digo apenas que Mona ainda é possibilidade e que Maya está no páreo para vencer. Reparem que Hanna apontou para as botas dela. Todos lembram do enorme destaque para a compra daquelas botas num site, pelas mãos de –A. Confio nesse plot. Imaginem que maravilha seria Emily namorar sua maior inimiga? Anima só de pensar.
Deu gosto de ver Caleb de cabelo cortado e chamando a gêmea postiça de Hanna de gorda. Só senti falta da almofada de gordice para dar aquele toque especial à cena. Morri de pena de Toby, gritando que amava Spencer, mas cá entre nós: se ele não notar que esse rompimento repentino é obra de –A merece uma surra com cabo de embreagem de fusca.
A única coisa que eu ainda não entendi é quem estava enterrado naquela cova. Não deu para saber se era homem, mulher, bonecão do posto ou manequim de loja. Se aquilo não era um corpo, não sei o que justifica a prisão de nossas heroínas. A pá? Porque poderia ser qualquer pá, com modelo idêntico ao da arma do crime.
No mais, parabéns aos produtores que, mais uma vez, sabem ser perfeccionistas ao montarem o lance todo da delegacia. Só mesmo em Pretty Little Liars as suspeitas, menores de idade, ficam numa salinha sem qualquer responsável, todas juntinhas, batendo papo enquanto são filmadas e fichadas.
Encontraremos-nos para muitas revelações bombásticas em breve, no Halloween Event de 19 de outubro. Não abandonem PLL. –A
P.S¹ – Menino Mike passa bem, mesmo depois de tentar suicídio comendo uma quantidade exorbitante de pizzas.
P.S² – Apesar das chances de queda serem altas, Aria venceu a Lei de Murphy e não perdeu o equilíbrio com os brincos gigantescos.