The Big Bang Theory – 5×06: The Rhinitis Revelation

Adivinha quem vem para jantar?

Spoilers Abaixo:

Laurie Metcalf sempre foi uma participação muito bem-vinda em The Big Bang Theory, mas nenhum episódio anterior deu tanto destaque à nossa querida Mary Cooper, também conhecida como “a mãe do Sheldon e única pessoa na face da Terra capaz de domá-lo”. E, em uma série que parecia estar se desgastando, não há como não considerar a ideia muito bem-vinda.

Sabemos o que vem com o pacote quando Mary Cooper está na área: uma boa dose de piadas politicamente incorretas, ligadas principalmente a racismo e religião. Ri de praticamente todas.

Logo no começo – a melhor cena do episódio, em minha humilde opinião –, percebemos que, desta vez, a chegada de Mary não foi provocada por nenhum surto de Sheldon e parece ser apenas uma simples visita de uma mãe. E eu, que já estava mais do que cansado da piada “I’m not crazy, my mother had me tested!” não pude deixar de esboçar um sincero sorriso ao ouvi-la da própria – com um importante adendo. Os roteiristas estavam bastante inspirados, e garantiram a sensação de “esse episódio promete” que os minutos iniciais deveriam nos dar sempre.

Até a pequena cena de Amy foi muito bem inserida no contexto do episódio, com a nerd fêmea jogando cientificamente na cara de Sheldon o ciúme que ele sentia da mãe com os amigos e irritando o “namorado” ou seja lá o que for. Aliás, a conversa que Leonard tem com Mary sobre isso é um dos ótimos momentos do personagem que há algum tempo não mostrava que tinha luz própria na série. E, a meu ver, a única explicação para que não tenha havido uma cena entre Mary Cooper e Amy Farrah Fowler é o fato de que a produção parece estar se tocando de que Amy não tem agradado à maioria.

A pouca importância de Amy e a completa ausência de Bernadette garantiram o clima “old-school” do episódio. É até um pouco triste dizer que nenhuma das duas fez falta alguma na sala do apartamento de Leonard e Sheldon, que contou apenas com o bom e velho grupo inicial da série. Pra ficar realmente perfeito, só faltou um pouco das boas e agora velhas referências nerds.

Meu veredito: não só o melhor episódio da temporada até agora, como também o melhor em um bom tempo (“bom tempo” significando algo entre 1 e 2 anos). Os roteiristas provaram que ainda têm cartas na manga resgatando a excelente personagem que é Mary Cooper e ainda dando a ela o papel central do episódio. E, com a ótima dinâmica que a mãe de Sheldon apresentou com todo o elenco, não tenho alternativa a não ser torcer, desde já, para que o pessoal do Emmy se lembre muito bem dessa participação.

Momento impagável: a expectativa para finalmente ouvir a versão original de “Soft Kitty”.

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  • Priscila

    Depois de ler todos os comentários, tenho uma consideração: audiência não é sinônimo de qualidade. Sinto falta de senso crítico por parte de alguns fãs de TBBT. Uma pena…

  • http://www.twitter.com/gutocristino Luiz Gustavo Cristino

    @Fernanda Arantes – Eu também não gosto do exagero na infantilidade do Sheldon, mas neste episódio consegui dar um desconto, porque Sheldon se torna uma criança na presença da mãe desde a primeira temporada, mesmo. Achei a infantilidade justificável aqui.

    Obrigado a todos pelo feedback e pelos elogios. Aos críticos, fica o convite para continuar acompanhando as reviews. Ainda tenho esperança de que a série volte a agradar mais gente.

  • http://cadernorepicado.blogspot.com Jesimiel

    Abandonei TBBT, mas as vezes vejo algum episódio na Warner.

  • Vanessa

    Anna, você é tão vazia em seu comentário quanto grosseira.

    Mas enfim… Luiz, concordo em gênero, número e grau com a review. Melhor episódio em muito tempo.

  • http://banaispoemas@blogspot.com Banaispoemas

    Cara,

    eu curto muito a Amy e creio, sinceramente, que ela seja um dos melhores personagens da série. Ela e a Bernadete, em minha opinião devem fazer parte do casting fixo até o fim da série. Ótimas adições.

  • Morgana

    Achei meio fraco esse episódio assim como os demais dessa temporada pois estão transformando Sheldon numa criança boba e as piadas estão repetitivas. Fico muito triste pois eu adoro esta série. :(

  • Barbara

    Eu gostei desse episódio, achei o melhor dessa temporada até agora, mas em compensação não achei isso tudo de 1 ou 2 anos..
    A Mary tem uma química incrível com todos os outros personagens, toda vez que aparece dá certo. Algumas cenas realmente me fizeram rir um pouco
    Mas enfim, tá na cara que TBBT não é mais a mesma do começo, mas eu continuo assistindo só como um passatempo, sem esperar muita coisa. Quando acabo rindo, fico feliz, pois mesmo com as mudanças, ainda consegue divertir.

    É ÓBVIO que cada um pode pensar o que quiser, acho até mais legal assim, pois algumas discussões são realmente relevantes e nos fazem refletir..
    Mas com respeito né? Dizer que quem gostou tem retardo mental só faz a pessoa se rebaixar a outro nível

  • Fernanda

    Quando leio os reviews das duas últimas temporadas, sempre fico me perguntando se nenhum das gurias que assistem a série é nerd, ou se as análises e os comentários são postados majoritariamente por homens/guris. Me acabo de rir e me identifico mt com a Bernie e a Amy, pura nerdice feminina msm! Se tenho um comentário ruim para fazer sobre o novo núcleo é pelos roteiristas não explorarem mais o fato de que gurias nerds são bem mais integradas ao universo pop do que os episódios sugerem. Em que mundo uma garota como Penny joga RPGs e jogos online, frequenta lojas de gibis, cita Star Wars e se fantasia de super-heroína, enquanto as outras apenas torcem o nariz ou simplesmente nem estão lá? Além disso, tb sinto falta do ambiente universitário. Ultimamente, só a Amy aparece trabalhando. Podiam retomar mais disso, trazer Leslie de volta e mostrar mais da Dra. Bernie bióloga. =D Tb podiam dar uma alvancada na carreira da Penny, as piadas sobre a “burrice/incompetência”dela já não colam mais. P.S.: detestei a versão original de Soft Kitty, rs.

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